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Arquivo da categoria: life coaching

~~~você fica criticando a imposição do padrão de beleza, mas faz igual~~~

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Nick Jones em uma foto no Instagram. META. \o/

Primeiramente, boa noite.
Segundamente (sic), acho que sou responsável pelas coisas que digo. E esclarecer é privilégio, não obrigação. Diquinha.
Terceiramente (sic), não sei.
E quartamente (sic), APPLAUSE. KKKKKKKKKKKKKKKK Parei. *ca-hem*

Como todos sabem, eu sempre tive uma visão crítica das coisas. Seja pra algumas coisas, ou outras… Eu sempre tenho ciência da realidade que me cerca.

Só não tenho manifestado a opinião de tudo pq sempre haverá dissidentes, e as pessoas desaprenderam a discutir ou a manter a amizade depois de uma ótima discussão. Aí mostro minha opinião curtindo algumas coisas e não curtindo outras. Empobrece o mundo? Claro que empobrece. Mas em contrapartida, ganho mais saúde e disposição pra viver. E continuo com amigos. 🙂 Ônus e bônus, essa patacoada.

E uma dessas minhas opiniões (às vezes comuns, outras controversas, poucas erradas pra caralho mesmo) envolve a questão da aparência. Como todos sabem, eu sou crítico ferrenho da cultura da barba. E somente isso. Eu tenho meus motivos, e eu os exponho neste link. Mas há uma observação que queria fazer: NUNCA fui crítico ferrenho do corpo alheio. Crítico no sentido de criticar a ditadura do corpo perfeito e tal. Seria muita hipocrisia dizer que não acho bonito. Acho. Mas não me impede de pegar alguém barrigudo ou coisa parecida. Não me impede de VIVER, e isso é bem importante.

Mas vamos ao ponto principal pelo qual estou criando esse post. Como sou crítico ferrenho da barba (ironicamente, tô usando uma. Mas só tô usando por ter preguiça de fazer. Minha barba grande é ridicularizada em 80% das vezes), argumentei em uma conversa com um amigo que só trocar barba por barriga tanquinho que o sentido seria igualmente escroto.
Desculpa, mas não seria mesmo?

Segue-se a seguinte frase:

“Ai, adoraria esse homem de barba na minha cama…”

Trocando o termo “barba” por braço sarado, olha como fica:

“Ai, adoraria esse homem de braço sarado na minha cama”

ou por barriga trincada:

“Ai, adoraria esse homem de barriga trincada na minha cama”

ou por olhos azuis:

“Ai, adoraria esse homem de olhos azuis na minha cama”

Parece um argumento ridículo (e é!), mas as pessoas batalham tanto pela real beleza que acabam moldando parâmetros pra acharem uma barba bonita. Dizem: ah, tem de ser cheia, seu rosto tem de ser quadrado, só serve em modelo, não serve em você… E no final das contas, você, que criticava o culto doentio pelo corpo perfeito, acaba, OH THE IRONY, apelando pelo culto doentio pela barba perfeita.

Sinceramente? Preferiria o povo cultivando o corpo perfeito. Perdia pouco tempo em ser babaca.

E quanto ao corpo, decidi retomar meu regime e voltar a academia (alguém se lembra do WOWITT? Retomarei este Domingo. :D). E tenho postado meu êxito com a dieta e com a academia. Até apelei o nerdismo ao falar de Fitocracy. Alguns amigos disseram: CUSPINDO PRA CIMA? FAZENDO O QUE VOCÊ SEMPRE CRITICOU?

Primeiro: nunca critiquei o estilo #bornthiswhey (proj @ferrreira) que o povo tem adotado. Inclusive, acho ótimo. 😀

Segundo: meu sonho de ter um corpo magro e definido é coisa antiga. Desde meus tempos de guri, eu sofria bullying constante por causa do meu peso. Eu era gordinho quatro olhos que usava aparelho e muito retardado que ninguém andava na escola. Como vocês acham que eu me sentia? Sempre quis ser o mais sarado, o mais desejado da galera. Ralei muito pra ser uma pessoa melhor. Usei aparelho, aprendi a ter um senso melhor… Mas meu instinto de gordo sempre atacava. E não vou mentir que anda bem difícil de controlar, depois de tanto tempo agindo como gordo. Mas vai fazer um mês de dieta, e bom, emagreci uns seis quilos. Tô no começo, alguns amigos tão apoiando, tô achando ótimo. 😀

Terceiro, e o mais importante: infelizmente, você só é alguém na vida se você for: BONITO, SARADO OU RICO. Inteligência ou outros atributos maravilhosos das pessoas sempre ficam em último plano. Como me conformei no fato de que a aparência importa mais (e que não tenho tempo pra ficar me impondo sendo excludente, somado ao fato de que não sou de ser hipster na aparência), eu decidi fazer dieta e malhar. Claro, há a questão da saúde e autoestima. Mas ser uma pessoa com um corpo DOS SONHOS é algo que tem me movido. A meta é postar uma foto de cuequinha. SARADÍSSIMO. Mas vou conseguir pq tô batalhando pra isso. E isso vai servir em me dar mais gás a outras metas que tenho, como ter um emprego melhor.

Tá sendo legal cuidar melhor do meu corpo. Embarquei no projeto por motivos frívolos, mas temos de ter motivação pra QUALQUER COISA que você queira fazer na vida, né?

Enfim. Esse texto é pra simplesmente fazer o que eu gosto de fazer: esclarecer meus pontos de vista e dar alguma satisfação nas minhas opiniões. Não que você se importe. Ou que você ache relevante. Mas me vejo no direito de fazer isso.

Direito. Pq não tenho obrigação a fazer algo tão pessoal como ESCLARECER PRÓPRIAS OPINIÕES, sendo que nem pessoa pública ou influente eu sou. 🙂

 

Curso das magnéticas e o medo atual da solidão.

Esta semana a Internet estava impossível. Além das groselhadas que fui obrigado a ouvir/ler durante a semana, juntamente com um projeto de lei chamado ESTATUTO DO NASCITURO (sério, procurem no Google pra ver a marmota que é essa lei), uma das coisas que mais me chamou atenção foi o show das magnéticas.

A minha reação foi PRATICAMENTE ESSA.

A matéria, como explicitada no site da Folha (dica: abre esta matéria na janela anônima no seu navegador se você estourou a quota de leitura), fala do curso que uma mulher oferece àquelas que querem um marido. Muita gente se revoltou, xingou muito nas redessociais, achou um retrocesso depois de tanto tempo das mulheres lutarem para alcançar seus objetivos…

Seguem os melhores trechos:

“Na abertura do curso, Eliete explica que, como a Lua, as mulheres têm fases e é preciso respeitá-las. Pelo menos uma vez por mês, a mulher deve tomar um banho mais demorado e tirar um dia para apenas ingerir líquidos, cuidados que, avisa, se perderam com o tempo.

Após esse breve prólogo, dá-se início a um capítulo sobre etiqueta. Na tela está uma imagem de um sutiã em chamas. A professora diz: ‘Não foi nossa culpa que elas fizeram isso, mas precisamos resgatar a feminilidade e a tolerância se quisermos relacionamentos duradouros’.

(…)

Para a psicóloga Ana Letícia Pereira, 30, o capítulo foi bastante proveitoso. Ela acredita que perdeu um partidão por ter feito um pedido diretamente para o garçom durante um jantar. ‘Demonstrei ser independente demais.’

(…)

Um dos slides mostra que 50% das pessoas não querem parceiros acima do peso. A própria Eliete costuma rejeitar gordos em sua agência. “Sou carinhosa e assertiva, digo que se ela emagrecer aumentará seu leque de oportunidades”, explica. Mas há gordos magnéticos, não?, a reportagem pergunta. “Não é o que dizem as pesquisas.”

(…)

A primeira regra é a pontualidade. “Qual o problema em deixar um pretendente com uma Mercedes esperando na porta da sua casa por 15 minutos?” “Todos”, responde a plateia. São Paulo é uma cidade perigosa, além de ser sinal de falta de respeito, segundo as participantes.

Outro item elementar é o salto alto. “Sei que rasteirinhas e sapatilhas estão na moda, mas para atrair devemos usar salto”, diz Eliete. Ela mesma não descansou um segundo do seu salto 12.

(…)

Quem quer relacionamentos duradouros não deve transar na primeira noite, e o homem é quem paga o primeiro jantar. Mas a magnética também pode ser ousada e ligar no dia seguinte para agradecer o passeio, diz a professora, que informa estar há um ano e meio com um novo amor, após o divórcio.

Haja bobagem, né? Também acho.

E comecei a pensar se isso rolar com os homossexuais do sexo masculino (sim, você mesmo, guei): seja másculo. aprenda a ser versátil (se for passivo). use barba. tenha carro e se vista bem. malhe na academia que nem um condenado. Enfim, você ser um projeto de macho alfa.

É algo que tenho escutado isso dos meus amigos: não arranjo ninguém pq não me cuido, não ajo como dito “”””homem””””. Infelizmente, tenho de concordar. Gente freak não arranja ninguém tão facilmente.

E é por isso que esses cursos de “etiqueta” fazem sucesso pelo seguinte: mais do que ser feliz, nossa segunda principal meta na vida é não ficar sozinho.

A sociedade anda tão agressiva e competitiva que parece uma conditio sine qua non ter alguma espécie de namoradx. É como se representasse uma espécie de triunfo sobre as pessoas. “TÁ VENDO? EU NAMORO PQ SOU MARAVILHOSO, E VOCÊ?”.

As pessoas, mais do que nunca, ultimamente querem uma companhia. Uma companhia dos sonhos. E daí, você precisa se moldar aos sonhos das pessoas pra atrair xs eventuais pretendentes. Nem que para isso você tenha de ser uma moça casta e delicada/um moço garboso e elegante dos anos 50, o que deixa as feministas urrando de raiva. Você pode ter até uma companhia, agindo como uma boneca. Acontece que essa companhia será boa pra você? Nunca saberemos.

É nessa ânsia da gente não querer ficar só, aliados aos nossos sonhos absurdos (ainda que inconscientes) de estórias inesquecíveis que queremos vivenciar, além do indivíduo inseguro de si e com medo de ficar sozinho no mundo que é submetido a esse tipo de curso pra se tornar uma magnética.

Você pode até não ficar sozinhx, dada a alta taxa de sucesso, mas aí vem a grande pergunta: ser amadx por todxs, mas cuja personalidade não condiz com a sua essência, ou ser você mesmx e correr o risco de ficar só?

Acredite, não é uma pergunta fácil.

 

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20 coisas que vocês precisam saber sobre os gays.

  1. não são cidadãos de segunda classe
  2. pagam tantos impostos quanto os heterossexuais e têm menos direitos
  3. existem gays legais, mas existem gays escrotos
  4. algo ser gay não é necessariamente ridículo ou frágil
  5. nem todo gay é inteligente
  6. nem todo gay é rico
  7. nem todo gay é bonito
  8. nem todo gay sabe de todas as tendências da moda e compra vogue
  9. há gays que jogam call of duty, dark souls ou até mesmo borderlands
  10. tem gays que não suportam em ser acessórios das mulheres
  11. há gays que preferem uma cerveja a um cosmopolitan
  12. há gays que fazem artes marciais e podem partir a sua cara se ficar de brincadeirinha
  13. gays desejam casar. Mas desejam também ter o amor livre, sem se prender a ngm e muito menos dar satisfação
  14. há gays carolas
  15. um parente seu pode ser gay
  16. falei que gay não morde e você não vira homossexual se mordido de raiva pq você trata como se fosse animal peçonhento e ele reagiu?
  17. homossexualidade não é doença. E muito menos estilo de vida
  18. qualquer bobagem negativa dita na sua igreja sobre os homossexuais é mentira
  19. HOMOSSEXUALIDADE NÃO É QUE ESCOLHER POKÉMON INICIAL, GENTE. Nasce gostando do mesmo sexo ou não
  20. e o mais importante: O MUNDO NÃO VIROU GAY. Pq tá fácil pra ninguém. Portanto, mulheres, deixem de noia


E o mais importante: gay é um indivíduo masculino que gosta de homens. Lésbica, indivíduo feminino que gosta de mulheres. O fato de ser gay ou lésbica não faz ser inferior ao homem ou mulher heterossexual.

Obrigado. Boa noite.

 

:) (smile and don’t cry on a club)

Este é você. Na balada. Curtindo e se divertindo à beça. Parece ser uma noite tranquila. Até normal. Mas de repente conhece uma pessoa. Já a conhecia. E você decide que é com ela que tu quer ficar. Te trata bem. Mas te ignora em relação ao prazer mundano. E você leva na boa.

Acontece que você não sabe como chegar. Achou bonita. Mas não sabe o que fazer. O perfume te excita, o físico… Mas ela tá de olho em outras pessoas. E você começa a se incomodar.

E ela fica com outras pessoas, e você começa a se frustrar. E começa a perceber que você é mais um, e não uma pessoa bacana. Mesmo as pessoas te elogiando você não se convence. Até porquê se você tivesse muitas virtudes, as pessoas perceberiam e tentariam se aproximar de você. E os amigos percebem. E tentam amenizar a situação.

E inacreditavelmente, você junta a pessoa desejada com outro alguém. E ficam. E você vai espairecer. Na verdade, você vai ficar sozinho. Não quer que ninguém se incomode com sua tristeza. E continua a bebericar. E começa a chorar por ter feito tanta besteira na vida.

É como que quando você bebesse, o seu senso fica mais apurado e a autocrítica fica mais pesada. É como se você fosse um 0. Nada mais que isso. E fica a cada minuto pior. Mas a noite não acabou, e vamos tentar se divertir.

E a multidão se diverte. Dá risadas. E você junto. Mesmo com a dor de não ter sido correspondido, você ainda continua vivo. E tenta mostrar ao mundo que a vida é uma pista de dança e, mesmo com lágrimas eminentes nos olhos, você sorri. E curte o momento.

E amanhece e acaba mais um dia de balada. Você não teve um momento mágico. Até se sentiu mal em relação a isso. Mas um sábado é um sábado. Um domingo é um domingo. Uma segunda é uma segunda. Cada dia é diferente, tendo de matar um leão por dia.

E saio com a sensação de estar faltando algo. Mas who cares? Foi apenas +1. Existem bilhões de pessoas, e foda-se se não se interessarem. Tem sempre alguém que quer compartilhar uma história com a gente. Ainda que seja por uma noite. Posso não estar feliz. Mas eu vou ficar bem. Sempre fico, pq vai ser agora que não vou ficar?

Igor M.

 

Calvin Harris, mercado pop e gente babaca.

hai mai neimi ês CALVE RÉURRIS

Eu adoro o Calvin Harris. É um dos meus DJs favoritos, se eu tivesse, o chamaria pra tocar na minha festa de aniversário, e ele lançou dois discos excelente: o I Created Disco (que, por sinal, nomeia o canal dele no YouTube) e o Ready For The Weekend. Como forma de trollar, digo pra muitos amigos que prefiro ele a David Guetta. E olha que os dois são farofas no mesmo nível, como disse a Flávia Durante, quando conversávamos sobre eles a algum tempo atrás. Enfim, toda essa explicação se deve ao texto a seguir.

Sábado eu saí. E meu pai, me levando pra balada, com minha irmã (oi, eu sou o Igor, e tenho 15 anos. Teria, se tivesse vivo) e uns amigos dela. E me deparo com Bounce. Bom, WHADDAHECK IS BOUNCE? THIS:

E enquanto tocava Bounce na Jovem Pan, comecei a ficar maravilhado de como o povo (aracajuano, sobretudo) é um antro de babaquice, sobretudo nesses detalhes infames que envolvem a música. Explico melhor com um outro fato ocorrido comigo.

Eu tava felizinho, ouvindo Calvin Harris. Um amigo meu (que não vou citar o nome) simplesmente reclamou que tava ouvindo Calvin e queria ouvir a Jovem Pan. Ok. Tomae. E toma remix de drag, músicas do eurobeat (apesar do nome, é um gênero PRA LÁ DE CAFONA, fica a dica ae), e Calvin Harris. Ele, claro. Não reclamou. Achou ótimo.

E qual foi a conclusão? THIS²:

(pra quem não conseguiu ler: Nego é tão babaca que, quando ouve Calvin Harris, pede pra trocar [ou seja, não gostou, e fica murmurando, e o troxa bota uma música pop da vida]. E quando toca CALVIN HARRIS na Pan, nem reclama. ME POUPE VIU)

É inacreditável como as rádios tem o poder de agregar babacas em relação à música. Babaca no sentido de torcer o nariz pro que é desconhecido e começar a gostar por tocar nas rádios da vida. Eis o mercado pop, senhores.

Lady GaGa é um exemplo. Ela era apenas uma loira bonitinha que cantava Just Dance e, se tocasse numa rádio aqui, era um choque. Hoje em dia virou uma grande estrela do pop (RAINHA NÃO; Madonna <3) em apenas 3 anos e todo mundo a conhece. Tvz mais pelo estilo que pelas letras ou pela música (mas o Born This Way é bão.)

Outro exemplo: David Guetta. Mermão, na moral: você realmente conhecia? Ele um dia desses era dj de coletânea do Multishow. Hoje em dia todo mundo quer trabalhar com ele. O QUE É UM INFERNO.

E mais recentemente, Adele. Artista formidável, com uma puta voz. Ela já existia a tempos. Mas o pessoal só foi conhecê-la agora, com Rolling in The Deep, etc.

Eu fico puto pq vejo que muita gente às vezes tem uma preguiça do novo, e só quer saber do que realmente conhece, do que é seguro. Isso não vai pra lugar nenhum. Evolução ocorre quando você abre a sua mente pro novo e pro desconhecido. E não em viver numa realidade que você está acostumado. 🙂

(acho que tudo isso é só pra dizer uma coisa: o carro é meu e boto o que quero. e tá achando ruim, vá de ônibus. beijos.)

 

Você quer esperar? OK. Mas… (ou: um relato de um ex-virgem de 23 anos.)

Hoje à noite, me deparo com uma coisa curiosa no Twitter: essa tag aqui, o #euescolhiesperar. Eu fiquei bem curioso sobre o que consistia, e fui clicar.

É algo legal tratar da primeira vez como se fosse aquela vez especial, aquele que merece o seu sexo. Aquela coisa de esperar para se fazer a vontade de Deus (o que acho meio errado), etc. Eu não vou criticar tal posição de vida pq isso é coisa de gente babaca. Mas vou dar uma opinião sobre isso. Sim, senhores, já esperei a pessoa especial perder comigo.

Primeiramente: vamos falar sobre vontade. Não aquela que seus amigos pressionam, mas aquela que tá dentro de você. Você REALMENTE quer isso? Ó. NÃO MINTA. PQ MENTIR PRA DEUS É PECADO. Amigo, você quer dar (ou comer, né? vai que…). Amiga, você quer dar? Se sim, se isso é o que VOCÊ quer, e não o que os outros te obriguem, go ahead. Deus quer te ver feliz, sem fazer mal a ninguém, e sem machucar outras pessoas (bom, este é meu Deus, claro). Eu demorei a engatar na miha vida sexual: 18/19 anos, mais ou menos. E não foi idealizado por pessoas normais, mas vivo bem com isso. Até pq, sexo se tornou pra mim algo mais de necessidade básica, não algo como uma espécie de pacto a ser selado que muita gente quer fazer.

Segundo: vale a pena esperar? Lembrando que, depois, aos 30 ou 40, a procura será BEM  menor, pq a humanidade é assim. Menos os holísticos, os iluminados, os sobrehumanos. E aí (sobretudo as mulheres) tem de desenvolver técnicas de sedução aos senhores (ou senhoras) que já estão enfadados de pegar gente inexperiente no sexo. Daí vem aquele argumento: MAS JESUS QUER QUE A GENTE ESPERE… Tábom, minha filha. Mas eu te digo logo: é cilada. CI-LA-DA. Faça uma busca sobre isso e me fale. Será que alguém que esperou tem uma experiência maior do que não viveu? Se tiver, que ótimo. Mas uma pessoa que não viu os dois lados da moeda não sabe direito o que se passa na vida.

Terceiro: em nome de Deus… PELAMOR DE DEUS (sorry! foi desproposital), pare de colocar tudo em nome de Deus. Faça isso por você. SE VOCÊ QUISER. Deus não vai te castigar se você decidiu fazer amor com o seu primeiro namorado (ou primeira namorada), mas que é um (a) canalha. Banalizar tudo pra Deus é um pecado. “só vou fazer isso se Deus gostar…” wrong! O certo é fazer o que você quer. Depois de pensar muito, claro. Daí Ele vai ver se curtiu a sua escolha ou não. E se não curtiu, e você se arrepender… Bom, sabe o caminho. 😉

Eu, honestamente, falo com certo conhecimento de causa. Sexo é uma necessidade como qualquer outra. Sério. Se você idealiza, é um direito seu. Mas você pode se machucar mais idealizando. Você pode não sentir o verdadeiro prazer quando você quer. É difícil pensar nisso. Mas eu já passei por isso. Achava que o sexo era uma daquelas coisas lindas de novela, você esperava uma pessoa especial e vivia feliz pra sempre. (!!!) Mas vamos aos fatos:

1) a vida não é uma novela;

2) sexo, se deixar aproveitar na melhor idade, pode ser muito mais cruel que você pensa;

3) imagine um produto ou algo como uma vestimenta. se esperar pra usar, acaba ficando inutilizado por falta de uso;

4) nem tudo é como a gente quer. (@Sinceridades feelings)

A partir do momento que há aquela vontade de se libertar, de querer transar, de viver a vida, podendo se machucar e aprender coisas novas, aí é que você vai ver se vale a pena transar loucamente ou não. Pq esse povo que pretende esperar, na minha opinião, não vive (no sentido de aproveitar e aprender com a vida) como gente que dá loucamente, ou gente que tem uma vida sexual razoável (como eu, kkkk)

[NOTA: NUM TÔ AQUI DIZENDO QUE É PRA VOCÊ DEIXAR O CELIBATO E TRANSAR COM TODO MUNDO, QUE A IDEIA NÃO É ESSA. Se quiser transar, transe. Mas com responsabilidade. Use camisinha, escolha bem com quem quer transar, etc. Viva, o mais importante. E aprenda com os erros que você cometer. E construa sua história de vida.]

Bom, não me arrependo de nada. =)

 

União Gay e Fins de relacionamento.

Alô fãs da biscatage e bayonettage, e alguns fãs de blogs como o #tefodemuleque ou a #sortedehoje: TÔ NO WORDPRESS AGORA. EEEEEEEEEEEH

O motivo se deve porque eu simplesmente enjoei do Blogspot e meus oito blogs hospedados (o #wowitt, que fala da minha luta pela perda de peso, ainda continua a todo vapor), e também pq eu tava cogitando em criar um espaço para expressar as minhas ideias. Pq Twitter é bom, dinâmico, mas para textos densos, não é lá MUITO LEGAL. Daí vou ver se escrevo algumas coisas legais, e o melhor: vou ver se importo os melhores posts dos meus 92384784575845 blogs.

Pronto. Eu prefiro que me apresente no final do post. Queria jogar umas ideias a vocês hoje. Topam? (se não, por favor, fechem o navegador e voltem outro dia. não tô aqui pra fazer média.)

1) União Estável Gay. E daì que hoje começou o momento histórico da História Judiciária Brasileira, com o julgamento, pelo STF, das ADPF nº 132 e da #ADI nº 4277, que podem homologar a união civil no Brasil. É um avanço, que os radicais e religiosos (não são a mesma coisa, flw) querem fazer de tudo pra barrar. A fins de comparação, um casal de homossexuais, em uma união estável, têm 112 direitos negados, em relação a uma união estável de heterossexuais. O Ayres Britto, um dos ministros do STF e é da minha terrinha (Aracaju), fez uma tese muito foda, e queria que vcs lessem neste singelo link.

O que as pessoas não entendem é que união civil, casamento… Poxa, as pessoas têm o direito de constituir família. O próprio Ayres disse que família não é aquela que é formada por pai e mãe. é aquela que tem irmãos, primos, casais gays… Quando há afeto num núcleo, então pode haver família. E o reconhecimento da união estável de homossexuais pelo STF é um importante passo pra abranger esse conceito.

Agora, não me irrita nem isso. É o mundo gay que tenho visto e que tem causado certo desapontamento.

Salvo algumas exceções (e nobres, por sinal), parece que todo mundo caga pra isso. Seja pq não quer casar, seja pq tem dinheiro e pode casar em Buenos Aires com o boy… Brasileiro é um ser politicamente apático por natureza, é fato. O problema é que vi muita gente boa (e gay) IGNORANDO um avanço importantíssimo. Tem noção?

[nota: Por mais que o Ayres Britto tenha feito um voto SENSACIONAL, ainda não podemos contrair união estável. Ou seja, temos 112 direitos a menos que um heterossexual. Você acha isso JUSTO? Você nascer com o fato de gostar de alguém do mesmo sexo, paga os mesmos impostos que os héteros, fazem as mesmas coisas que os héteros, e não poder doar sangue ou ter conta conjunta de banco pq NÃO PODE SE CASAR?]

É um direito seu não querer saber disso, mas ignorar demonstra apatia, caralho! Não se manifestar, ficar omisso pq tem medo que seja interpretado errado é muito feio. Tudo bem que você tem seu pink money, e nego faz semanas gays pra atrair gente que consome muito, mas nem todo mundo tem muito dinheiro. O mundo não é um Queer as Folk, ou um Glee. O mundo real é mais duro. Tem gente que apanha todo dia, gente que vive com um companheiro, mas que vai ficar sem nada quando morrer, herdando aquela família homofóbica… Tem de lutar pra mudar essa realidade. Seja com ações, seja com palavras, seja com pensamentos.

E eu queria discutir a questão do GAYSTAPO (HEH), mas isso merece um post à parte. 🙂

2) Fins de relacionamento. Falando em casamentos e etc., veio uma coisa triste em mim. Sabe naqueles dias que seu amigo tá numa pior, e você nem sabe sequer o que dizer a ele? Passei por isso. 😦

Simplesmente, houve um fim. E meu amigo não soube contornar a situação como devia. E eu, tentando acalmar os ânimos, parecia que não sabia mais falar a ele o que proceder. Era como se meu interior dissesse: você não tem mais nada a falar. Melhor ficar calado e dar força. E eu: ok, né. Pior nem é isso: pior é que quase começo a chorar pq não sabia como fazê-lo ficar pior, sem levar em conta que ele tinha ideias meio absurdas, que não comentarei neste espaço, obviamente.

Marcaram terapia pra eu ir, ajudar meus amigos a chorar as mágoas, etc. Mas eu não podia ir (minha mãe ficou PUTA pq cheguei tarde ontem :p), e marquei uma convenção no msn. Bom……… PRECISO DIZER QUE IGNORARAM A MINHA IDEIA? Tá. Depois disso, acabei enjoando de gente, nem fui, e tô aqui, com esses momentos meus, tomando uns bons drink. HAUEHAUEHAUEHAUE

A grande verdade é que relacionamentos acabam, e você vai sair chorando neles. CLARO. A questão é: olhar pra cima e viver. Sempre. Sofrer por algo ou alguém é penoso. Não vale a pena. Aliás, não vale a pena agregar pena das pessoas (que é diferente de você ser solidário com um coração aflito). Não se esqueça que você não é o herói na estória; até pq você vai fazer vilanices um dia, podendo até mesmo ser um anti-herói (trecho baseado na Gloss nº 43 que li, rs – ih me senti o Felipe Luno agora; aliás, esse trecho tirei do texto que ele escreveu pra revista)

E enquanto pessoas sofrem no final de uma futura estória bonita, eu sofro por faltar estórias bonitas que eu vivi. Um namoro que eu olhe e diga: foi bom. Eu até tive recentemente, mas o término foi tão esdrúxulo que simplesmente explodiu muitas virtudes que ele tinha. E ainda continuo no caminho de ser feliz, tentando me completar com um smartphone, já que ser humano anda em falta comigo. BTW: viram esse Galaxy S2 (NUNCA QUE VOU CHAMAR DE S II; adoro nomeá-lo SMARTPHONE DO AMOR)? Me apaixonei. LITERALMENTE.

Quanto mais conheço os humanos, mais gosto de computadores. Este é meu lema. Esta é a minha vida. E estas são as minhas regras. 😉