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Arquivo da categoria: complexo supremo de inferioridade

…ah, mas e a OAB?

Decidi usar esse espaço que me é de direito pra dizer o seguinte: por favor, parem de me perguntar pela OAB.

Tá muito divertido, engraçado, sensacional e maravilhoso zoar da minha cara 24/7 sobre essa pergunta. Mas a mim não. Não quero saber se você tá adorando me perguntar toda hora e me fazendo pirraça daora. Chega. Eu não quero saber.

É muito dolorido e sofrido pra mim a cada pergunta que me fazem. Eu passei por uma vida de constante provação. Que posso ser o melhor amigo, o melhor filho, o melhor profissional… É muito difícil lidar com esta realidade: sou bacharel e ainda não tenho minha OAB. E todas as vezes que perdi na OAB, perdi por muito pouco.

Admito que não passei por falta de vergonha na cara. Aparentemente, seria isso. Mas tem vezes que não consigo lidar. Alguns obstáculos. Seja pq não estudei o suficiente, seja pq não tomei vergonha na cara… Eu sei de tudo isso e me dói a cada tentativa frustrada de não conseguir a bendita carteirinha vermelha.

Não é fácil ouvir dos seus pais que gastou 200 reais mais os cursinhos porque você não passou na ordem. E os seus amigos, em vez de apoiar, ficam perguntando mais como pirraça que como incentivo. Pelo menos vejo assim.

Observo que muita gente tá preocupada com meu futuro. O que fico feliz, pq só mostra que sou querido por muita gente. Mas eu peço paciência, calma e, sobretudo, certa tenência em me perguntar certas coisas. É foda quando alguém bem mais novo que você tem uma OAB e você não. Me sinto a Katy Perry sem o Grammy. Ou o Leonardo diCaprio sem o Oscar.

Eu realmente tô displicente na minha vida e preciso tomar vergonha na cara. Mas por favor, me ajude. Não me pergunte sobre a OAB pra querer me zoar. Obrigado!

 

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Eu.

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Foto minha de 2011, que ¯\_(ツ)_/¯

Muita gente conhece o Igor de n formas. Pessoalmente, virtualmente, em casa, na rua, nos lugares públicos, nem tão públicos assim… Mas tem algumas facetas da minha personalidade que as pessoas não conhece. Pra não ficar totalmente escancarada, vou dizer algumas que, ao meu ver, me parecem interessantes. Mas no final das contas eu me acho uma pessoa normal…zinha.

Primeiramente, eu sou meio calado e na minha em casa. O que é um choque, pq todos me conhecem na rua como uma pessoa expansiva e comunicativa. Amo falar com as pessoas, com o mundo, me interagir com elas. Mas em casa me recolho, às vezes. E não gosto de ser importunado. Prefiro ficar aqui, falando com vocês na internet a ter de conversar com minha mãe. A gente conversa, mas somos tão diferentes que não conseguimos esboçar diálogos despretensiosos por muito tempo (a conversa reside mais em problemas e assuntos da casa).

Além disso, eu não gosto de carne de coelho e de carneiro. De vez em quando, gosto muito de misturar doce com salgado. Mas fora isso, como bem em casa, ainda bem. Faço terapia duas vezes por mês, e acho que tô melhorando um pouco. Costumo ser razoavelmente otimista e gente boa na realidade, se bem que muita gente me acha um purgante nas redes sociais.

Mas na rua, eu falo muito e me divirto. Sempre me dou sorte de encontrar alguém quando saio sozinho. Eu não tenho medo e nem receio de viajar sozinho. Até gosto. Muito.

Sou formado em Direito (E PIOR QUE AINDA TEM GENTE QUE NÃO SABE!!!). Minha especialização em Direito Público sai em poucos dias.

Shopping eu não tenho andado muito, apesar de gostar. E não bato muita perna em centro. Acreditem.

Em casa, nos últimos tempos, sou eu que tenho segurado as pontas aqui. Não falo financeiramente, mas psicologicamente mesmo. Queria muito que as pessoas dependessem menos de mim.

Amo descrever, de verdade. Mas tenho uma preguiça nata a isso. E é foda. Sou procrastinador doentio. Detesto isso.

Meus amigos acham que não dou atenção o suficiente pq não saio e nem converso com eles. Mas eles não sabem que essa é a minha natureza. Sou tímido em chamar pra sair. Sei lá, desenvolvi um bloqueio. Tenho superado isso, mas é mais fácil alguém me chamar que o contrário.

Não conto parte dos meus problemas a ninguém pra não incomodar. E daí desconto nas redes sociais.

Acreditem: guardo muita coisa. Desde segredos a mágoas.

A grande real é que nunca namorei de verdade. Mas me apaixonei sim, e meu coração foi maltratado. 😦

Não tenho maturidade emocional pra: dispensar alguém, manter relacionamento com alguém, aguentar foras de alguém.

Minha autoestima passa por momentos de alta e baixa autoestima. Se alguém não quer ficar comigo, já penso que sou o mais feio da balada.

Paixões incondicionais: Pokémon, coxinha e dinheiro.

Sim, sou absurdamente materialista sem esquecer que priorizo o interior da pessoa.

E acho que é só o que vocês precisam saber. Tem muita coisa minha, mas acho que contar tudo perde a graça. 😉

 

~~~você fica criticando a imposição do padrão de beleza, mas faz igual~~~

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Nick Jones em uma foto no Instagram. META. \o/

Primeiramente, boa noite.
Segundamente (sic), acho que sou responsável pelas coisas que digo. E esclarecer é privilégio, não obrigação. Diquinha.
Terceiramente (sic), não sei.
E quartamente (sic), APPLAUSE. KKKKKKKKKKKKKKKK Parei. *ca-hem*

Como todos sabem, eu sempre tive uma visão crítica das coisas. Seja pra algumas coisas, ou outras… Eu sempre tenho ciência da realidade que me cerca.

Só não tenho manifestado a opinião de tudo pq sempre haverá dissidentes, e as pessoas desaprenderam a discutir ou a manter a amizade depois de uma ótima discussão. Aí mostro minha opinião curtindo algumas coisas e não curtindo outras. Empobrece o mundo? Claro que empobrece. Mas em contrapartida, ganho mais saúde e disposição pra viver. E continuo com amigos. 🙂 Ônus e bônus, essa patacoada.

E uma dessas minhas opiniões (às vezes comuns, outras controversas, poucas erradas pra caralho mesmo) envolve a questão da aparência. Como todos sabem, eu sou crítico ferrenho da cultura da barba. E somente isso. Eu tenho meus motivos, e eu os exponho neste link. Mas há uma observação que queria fazer: NUNCA fui crítico ferrenho do corpo alheio. Crítico no sentido de criticar a ditadura do corpo perfeito e tal. Seria muita hipocrisia dizer que não acho bonito. Acho. Mas não me impede de pegar alguém barrigudo ou coisa parecida. Não me impede de VIVER, e isso é bem importante.

Mas vamos ao ponto principal pelo qual estou criando esse post. Como sou crítico ferrenho da barba (ironicamente, tô usando uma. Mas só tô usando por ter preguiça de fazer. Minha barba grande é ridicularizada em 80% das vezes), argumentei em uma conversa com um amigo que só trocar barba por barriga tanquinho que o sentido seria igualmente escroto.
Desculpa, mas não seria mesmo?

Segue-se a seguinte frase:

“Ai, adoraria esse homem de barba na minha cama…”

Trocando o termo “barba” por braço sarado, olha como fica:

“Ai, adoraria esse homem de braço sarado na minha cama”

ou por barriga trincada:

“Ai, adoraria esse homem de barriga trincada na minha cama”

ou por olhos azuis:

“Ai, adoraria esse homem de olhos azuis na minha cama”

Parece um argumento ridículo (e é!), mas as pessoas batalham tanto pela real beleza que acabam moldando parâmetros pra acharem uma barba bonita. Dizem: ah, tem de ser cheia, seu rosto tem de ser quadrado, só serve em modelo, não serve em você… E no final das contas, você, que criticava o culto doentio pelo corpo perfeito, acaba, OH THE IRONY, apelando pelo culto doentio pela barba perfeita.

Sinceramente? Preferiria o povo cultivando o corpo perfeito. Perdia pouco tempo em ser babaca.

E quanto ao corpo, decidi retomar meu regime e voltar a academia (alguém se lembra do WOWITT? Retomarei este Domingo. :D). E tenho postado meu êxito com a dieta e com a academia. Até apelei o nerdismo ao falar de Fitocracy. Alguns amigos disseram: CUSPINDO PRA CIMA? FAZENDO O QUE VOCÊ SEMPRE CRITICOU?

Primeiro: nunca critiquei o estilo #bornthiswhey (proj @ferrreira) que o povo tem adotado. Inclusive, acho ótimo. 😀

Segundo: meu sonho de ter um corpo magro e definido é coisa antiga. Desde meus tempos de guri, eu sofria bullying constante por causa do meu peso. Eu era gordinho quatro olhos que usava aparelho e muito retardado que ninguém andava na escola. Como vocês acham que eu me sentia? Sempre quis ser o mais sarado, o mais desejado da galera. Ralei muito pra ser uma pessoa melhor. Usei aparelho, aprendi a ter um senso melhor… Mas meu instinto de gordo sempre atacava. E não vou mentir que anda bem difícil de controlar, depois de tanto tempo agindo como gordo. Mas vai fazer um mês de dieta, e bom, emagreci uns seis quilos. Tô no começo, alguns amigos tão apoiando, tô achando ótimo. 😀

Terceiro, e o mais importante: infelizmente, você só é alguém na vida se você for: BONITO, SARADO OU RICO. Inteligência ou outros atributos maravilhosos das pessoas sempre ficam em último plano. Como me conformei no fato de que a aparência importa mais (e que não tenho tempo pra ficar me impondo sendo excludente, somado ao fato de que não sou de ser hipster na aparência), eu decidi fazer dieta e malhar. Claro, há a questão da saúde e autoestima. Mas ser uma pessoa com um corpo DOS SONHOS é algo que tem me movido. A meta é postar uma foto de cuequinha. SARADÍSSIMO. Mas vou conseguir pq tô batalhando pra isso. E isso vai servir em me dar mais gás a outras metas que tenho, como ter um emprego melhor.

Tá sendo legal cuidar melhor do meu corpo. Embarquei no projeto por motivos frívolos, mas temos de ter motivação pra QUALQUER COISA que você queira fazer na vida, né?

Enfim. Esse texto é pra simplesmente fazer o que eu gosto de fazer: esclarecer meus pontos de vista e dar alguma satisfação nas minhas opiniões. Não que você se importe. Ou que você ache relevante. Mas me vejo no direito de fazer isso.

Direito. Pq não tenho obrigação a fazer algo tão pessoal como ESCLARECER PRÓPRIAS OPINIÕES, sendo que nem pessoa pública ou influente eu sou. 🙂

 

Curso das magnéticas e o medo atual da solidão.

Esta semana a Internet estava impossível. Além das groselhadas que fui obrigado a ouvir/ler durante a semana, juntamente com um projeto de lei chamado ESTATUTO DO NASCITURO (sério, procurem no Google pra ver a marmota que é essa lei), uma das coisas que mais me chamou atenção foi o show das magnéticas.

A minha reação foi PRATICAMENTE ESSA.

A matéria, como explicitada no site da Folha (dica: abre esta matéria na janela anônima no seu navegador se você estourou a quota de leitura), fala do curso que uma mulher oferece àquelas que querem um marido. Muita gente se revoltou, xingou muito nas redessociais, achou um retrocesso depois de tanto tempo das mulheres lutarem para alcançar seus objetivos…

Seguem os melhores trechos:

“Na abertura do curso, Eliete explica que, como a Lua, as mulheres têm fases e é preciso respeitá-las. Pelo menos uma vez por mês, a mulher deve tomar um banho mais demorado e tirar um dia para apenas ingerir líquidos, cuidados que, avisa, se perderam com o tempo.

Após esse breve prólogo, dá-se início a um capítulo sobre etiqueta. Na tela está uma imagem de um sutiã em chamas. A professora diz: ‘Não foi nossa culpa que elas fizeram isso, mas precisamos resgatar a feminilidade e a tolerância se quisermos relacionamentos duradouros’.

(…)

Para a psicóloga Ana Letícia Pereira, 30, o capítulo foi bastante proveitoso. Ela acredita que perdeu um partidão por ter feito um pedido diretamente para o garçom durante um jantar. ‘Demonstrei ser independente demais.’

(…)

Um dos slides mostra que 50% das pessoas não querem parceiros acima do peso. A própria Eliete costuma rejeitar gordos em sua agência. “Sou carinhosa e assertiva, digo que se ela emagrecer aumentará seu leque de oportunidades”, explica. Mas há gordos magnéticos, não?, a reportagem pergunta. “Não é o que dizem as pesquisas.”

(…)

A primeira regra é a pontualidade. “Qual o problema em deixar um pretendente com uma Mercedes esperando na porta da sua casa por 15 minutos?” “Todos”, responde a plateia. São Paulo é uma cidade perigosa, além de ser sinal de falta de respeito, segundo as participantes.

Outro item elementar é o salto alto. “Sei que rasteirinhas e sapatilhas estão na moda, mas para atrair devemos usar salto”, diz Eliete. Ela mesma não descansou um segundo do seu salto 12.

(…)

Quem quer relacionamentos duradouros não deve transar na primeira noite, e o homem é quem paga o primeiro jantar. Mas a magnética também pode ser ousada e ligar no dia seguinte para agradecer o passeio, diz a professora, que informa estar há um ano e meio com um novo amor, após o divórcio.

Haja bobagem, né? Também acho.

E comecei a pensar se isso rolar com os homossexuais do sexo masculino (sim, você mesmo, guei): seja másculo. aprenda a ser versátil (se for passivo). use barba. tenha carro e se vista bem. malhe na academia que nem um condenado. Enfim, você ser um projeto de macho alfa.

É algo que tenho escutado isso dos meus amigos: não arranjo ninguém pq não me cuido, não ajo como dito “”””homem””””. Infelizmente, tenho de concordar. Gente freak não arranja ninguém tão facilmente.

E é por isso que esses cursos de “etiqueta” fazem sucesso pelo seguinte: mais do que ser feliz, nossa segunda principal meta na vida é não ficar sozinho.

A sociedade anda tão agressiva e competitiva que parece uma conditio sine qua non ter alguma espécie de namoradx. É como se representasse uma espécie de triunfo sobre as pessoas. “TÁ VENDO? EU NAMORO PQ SOU MARAVILHOSO, E VOCÊ?”.

As pessoas, mais do que nunca, ultimamente querem uma companhia. Uma companhia dos sonhos. E daí, você precisa se moldar aos sonhos das pessoas pra atrair xs eventuais pretendentes. Nem que para isso você tenha de ser uma moça casta e delicada/um moço garboso e elegante dos anos 50, o que deixa as feministas urrando de raiva. Você pode ter até uma companhia, agindo como uma boneca. Acontece que essa companhia será boa pra você? Nunca saberemos.

É nessa ânsia da gente não querer ficar só, aliados aos nossos sonhos absurdos (ainda que inconscientes) de estórias inesquecíveis que queremos vivenciar, além do indivíduo inseguro de si e com medo de ficar sozinho no mundo que é submetido a esse tipo de curso pra se tornar uma magnética.

Você pode até não ficar sozinhx, dada a alta taxa de sucesso, mas aí vem a grande pergunta: ser amadx por todxs, mas cuja personalidade não condiz com a sua essência, ou ser você mesmx e correr o risco de ficar só?

Acredite, não é uma pergunta fácil.

 

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Recap dos últimos dias da minha vida.

1) dos 30 dias com Android (e minhas lições de ter sido assaltado)

Setembro, dia 29. Finalmente havia chegado o celular que tanto queria. Um Galaxy X (ou Nexus, por causa de probleminhas que tivemos no Brasil). Fiz uma festa. Comprei um celular muito legal, bonito, estiloso, com funções que não teria no meu Nokia C3 de guerra. Aí tá. Fiquei usando por 30 dias até ser assaltado. Coincidentemente, no dia 29 de Outubro. Roubaram meus dois telefones. E o dinheiro na minha carteira (que sobrou do Rio).

(quem tiver lendo isso favor NÃO CONTAR AO POVO DA MINHA CASA pq senão quem fode sou eu obrigado)

E acabou mundo. Senti que cortaram dois braços. Simplesmente amputaram o pouco de felicidade que tenho na vida. Um celular que comprei com o suor do meu trabalho, e o dinheiro que economizei na viagem que fiz ao Rio. Fiquei atônito, chocado, desnorteado. Chorei várias vezes. Foi uma violência psicológica muito grande. Não recomendo a ninguém.

E do pouco tempo de Galaxy Nexus, às vezes me pergunto: vale a pena viver uma vida que você não quer ou que não pode viver a vida que você quer? A vida é maior que tudo isso? Os crackudos merecem viver? Bandidos  que roubam pessoas honestas todo-santo-dia merecem estar vivos? Deus está me testando, me dando uma lição ou me dando algum tipo de sinal? São perguntas que me faço durante o dia.

Sabe, a sensação de ser assaltado (e pior: de não contar aos seus pais para eles não se preocuparem/se chatearem/se aborrecerem, achando que a culpa é sua; disse a eles que meu telefone ficou pra assistência; vou comprar um outro x/nexus esta semana) é horrível. A cena me vem várias vezes. O meu telefone indo embora. O Cerberus e o Prey não funcionando mais. E o dinheiro, que servia pra pagar minhas dívidas? Onde irei arranjar essa grana, uma vez que usei o salário pra pagar minhas outras contas? O ladrão dificultou minha vida, me deixou triste. E quero muito que ele se foda.

Pq vou ter compaixão cristã se ele não teve comigo no momento do assalto? Se quisesse uma grana, que vá trabalhar, ou pedir esmola. Mas me assaltar como ele foi é foda. Me senti ultrajado.

Não vou mentir que o Estado deve melhorar muito na Educação e na distribuição de renda (o Brasil está entre os países com a maior desigualdade social do mundo), e deve dar chances às pessoas para crescer e ser alguém na vida. Mas acho que o “Não Roubarás” deve ser aplicado a todos nós. Desde eu, até os crackudos e políticos que gerenciam a máquina estatal. E, quem não seguir, que morram. Decapitados.

Direitos Humanos, sim. Mas para quem é honesto, trabalhador e que respeitam outros seres humanos. E os seus bens.

E das lições?

1) crackudo merece morrer;

2) fazer seguro é a melhor opção;

3) testar seus apps de segurança;

4) já falei que crackudo merece morrer?

2) Ah, o Rio?

Viagem maravilhosa, conheci amigos lindos. ❤ O final de semana foi bem bacana, e pude conhecer algo que não conhecia do Rio a algum tempo atrás (14 anos kkkk). Mas vamos às constatações:

2.1) cara, que cidade linda. Caótica, como qualquer cidade grande. Mas linda. Linda, com gente bonita, com um astral bacana. 🙂 Entendo pq tem tanta gente apaixonada pelo Rio de Janeiro. Fiquei bem triste (e meus amigos tbm) por ficar só no final de semana. Mas eu volto, gente. Eu prometo.

2.2) o carioca. cara, o carioca é um povo muito bonito (E QUEM FALAR QUE NÃO É VOU DIZER QUE É RECALQUE). Mas sabe? Eu achei meio antipático. Sabe aquele povo que acha que é bonito e acredita e faz carão pra tudo? Foi o que achei do Rio. Outra coisa: achei o povo do Rio um povo mole. ISSO QUEBRA O MITO. VÃO DEIXAR? ~mythbusters~

2.3) melhores praias… E as baladas? A Praia de Ipanema, meu Deus… Que delícia! <3333 Uma praia super do bem, com gente diferente, pessoas legais, um clima bacana… Das duas vezes que fui com os amigos, amei nas duas. Na moral! Eram pessoas de todo estilo. Se bem que fiquei meio envergonhado de ter ficado sem camisa. hahahahahaha Em contrapartida, nas baladas… Blz que tive sorte de ir a duas festas legais. Uma que a Polly organizou na Casa da Matriz (e eu gostei e achei super organizado; tinha um pessoal bonito na festa e eles tinham mojitos e outros drinks maravilhosos <3) e outra com o DJ Waldo Squash na Fosfobox, da gloriosa Gang do Eletro ❤ (dancei até com a Keilinha da banda, MELHOR COISA DO MUNDO <33333). Mas… O Rio não é tão diversificado nas baladas como em SP. Queria fazer escalas enormes (MESMO MORTO) pra emendar nas baladas, mas nunca achava uma coisa legal (ou bagaceira) pra ir. Mas acho que devo ter ido no final de semana errado, pq vcs, cariocas, vão ter VALESCA, GABY AMARANTOS E MAIS DE MIL (sdds vem ser minha cliente). <333333 E vcs querendo morar num engodo chamado Aracaju FAÇAM-ME O FAVOR VIU

2.4) amigos que fiz: beijos pro Cássio, Gilberto e Daniel (por um dos melhores jantares da minha vida <333333); pro Daniel (de novo rs) e pro Thiago (pela praia massa de Ipanema, pelas trolladas no app-laranja-e-preto e pelo Fellini, que é um restaurante a quilo sensacional); pra Lua (minha mai, e o namorado dela, Bruno), Ly (e o marido dela, o André), Bi e Dani pelo jantar incrível, pelas conversas maravilhosas e pelo Ice de Kiwi maravilhouso (SDDS); e pro Bruno e pro Diego, pela companhia maravilhosa na praia (tô devendo uma ida a Nitcheroy. Vai ser MEMORÁVEL. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA). E é isso, tô com saudades de vocês, das conversas, das companhias, de tudo. Prometo. Voltarei logo pra amar mais vocês. E quem não me viu, ver-me-á. MUAHAHAHAHAHAHA =p

2.5) PAI/MAITROCÍNIO: agradecimentos ao pai pela companhia na viagem e à mãe pelo financiamento do meu final de semana. Foi massa demais. Amo vocês sempre. E me desculpa por não ser um bom filho de vez em quando.

3) Revendo planos e metas…

Comecei a comer menos nas refeições. Quero ser mais magro. Tá até adiantando. Tenho comido mais salada, mais coisa saudável… Sò falta ter uma coragem legal pra jogar Dance Central. hahahahahahaha Ademais, preciso fazer um resgate espiritual a minha pessoa e achar respostas a alguns dilemas que eu tenho. E tentar achar o rumo na minha vida, e chega dessa divagação filosófica pq vcs não merecem. Boa Noite.

E fiquem com:

<33333333

 

Barbacracia. (ou: a opressão da sociedade em querer que os homens usem barba no dia-a-dia)

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(Wayne Coyne, vocalista dos Flaming Lips, e barbudo.)

Tudo começou com um sábado ensolarado, um dia bonito e radiante. Eu, disposto a estudar cedo, decidi ir pra faculdade. Antes de começar, dei de lance com a seguinte matéria:

Homens com barba são menos atraentes, diz estudo

E o que aconteceu? Um inferno. Tá, eu exagerei. Mas começaram a discutir pautas que envolvem barba. Mas sabe o que mais vi? Muitos homens (gays) dizendo que preferem barba. Algumas mulheres também. Tudo bem que trata-se de um povo com culturas diferentes, mas é algo a se registrar.

Tem-se percebido de que as pessoas tem ~~~exigido~~~ (sim, exigido. pois sinto que há uma ditadura da barba aí. E é algo que vem bem forte) que os homens venham com barba. Praticamente virou um caso sério a ser estudado. Tem tumblr sobre isso. (eu até participei de um dia sobre homens barbados. olha o meu projeto de barba?)

E o que virou brincadeira, ou até mesmo forma de opção, virou pura e simples obrigação de ter barba. TODO MUNDO QUER UM BARBUDO. Talvez reflexo da flexibilização da masculinidade, no qual os homens podem se tornar metrossexuais, e o advento de fatores mais ousados ao estilo masculino contribuísse muito pra isso. E o pipocamento dos meninos-com-cara-de-menina-e-magrelos, contrapondo a virilidade masculina, e com isto, a barba seria um símbolo da retomada de uma virilidade que, ledo engano, foi perdida. Mas não importa. O problema é sério. E afeta as pessoas com barba terrível. Ou que não tem barba. Eu tô incluso no primeiro grupo.

Se você fizer uma enquete que tipo de homem você curte, certamente algumas pessoas responderão:

– curto nerd e barbudo
– curto mauricinho e barbudo
– curto cozinheiro e barbudo
– curto cara nscido em boa família e barbudo
– curto urso e barbudo
– curto eunuco e barbudo

ENTENDERAM O PROBLEMA?

Um pessoal que sempre rechaçou a segregação e preconceito, agora impõe que barbudos são mais interessantes. Uma coisa é usar barba porquê você gosta, ou porquê adora sentir, sei lá. Outra é uma horda de gente que diz que barbudos são melhores.

Este post é cheio das mágoas, e vos explico o pq.

[X]

Eu, com o intuito de agregar mais pessoinhas ao meu coração, decidi cultivar a minha barba. Tava crescendo, tava num volume bom. Enfim, tava daora. Eu comecei a sustentar minha barba todo orgulhoso, como se eu fosse um guri de 17 anos que decidiu desenvolver os hormônios agora e, pra achar que é maduro, decide criar barba. Dito e feito.

Alguns dias depois, o maldito projeto de barba começou a me dar problema. O pelo do bigode me incomodava. O da barba coçava. Enfim, me deu umas agonias que só Jesus na causa. E a quantidade de gente que peguei? ZERO.

Mas eu, otimista retardado (pq otimista razoável faria um trato no cabelo e barba, pensando no melhor), decidi manter a bendita barba. E começaram os elogios. Só que ao contrário.

– Igor, virou mendigo?

– Igor, brigou com o barbeiro?

– Igor, vai fazer quando a barba?

AÍ QUER DIZER. Pro Gabriel Braga Nunes não dizem isso, e pra mim, vem essa macacada. Eu desencanei? NÃO. Vou ver se mantenho a barba pra ver se cativo alguém. ZERO. (e ainda levei fora)

E veio a viagem a Praia do Forte, e recebi um ultimato. Decidi raspar tudo. Cabelo e barba. Chega. Tava coçando, tava calor, tava quente. (oi, molier filé)

Acontece que eu tava ocupado nesse dia, e só fui cortar cabelo às 9:30 da noite. Ou seja, todos os salões da cidade estavam FECHADOS.

Como única opção, tive de pagar 63 REAIS pra cortar o cabelo, e fazer a barba. Não a faço em casa pois os malditos gilletes não sabem cortar o tipo de barba que tenho.

Quando fizeram, começou a pipocar alguns problemas. Mas digo a vocês que saí com o rosto fatiado (MENTIRINHAAAAAAA) e cheio de cravos, como produto da imposição de vocês.

Resultado: vou fazer a barba agora, assim que puder. E aliás, vou até fazer. Ela tá charmosinha, mas peguei trauma de cultivar barba.

Na verdade, a grande questão é que vocês gostam de gente bonita de barba. E não da barba em si.

E ainda tô chatiada com essa macacada. Sinceramente.

[X]

– Quem gostou do assunto, postei sobre neste link no meu facebook. Vai lá e dá um pitaco. ;*

– Este post é cheio das mágoa e dos recalque. Mas relaxa. Tô mandando as contas pro responsável disso. (a/c Universo)

– Aliás, ninguém paga as mias conta, né?

 

Igor.

Nessas férias, eu simplesmente não sei o que faço. Já dizia alguém sábio de que a cabeça vazia é oficina do Diabo. Não consigo ter grandes ocupações, a não ser jogar/dormir/trabalhar/comer/sair. E só. E não consigo evoluir como pessoa (ainda que ache que um jogo como Gears of War me faça evoluir como pessoa, mas…)

A grande verdade é que não sei o que faço. E se sei, não tenho cabeça pra isso. Talvez muito se deve ao fato de não ter planejado devidamente para o que quero (e pretendo!) fazer.

Tenho um concurso pra estudar. Mas sem cabeça pra isso.
Tenho OAB. Mas sem cabeça pra isso.
Quero criar um post pro meu outro blog. Mas sem cabeça.
E quero ficar com um corpo maneiro. Mas sem cabeça.
E pós. E isso. E aquilo!

Minha cabeça tá simplesmente dizendo: ACORDE PRA VIDA, TU TEM DE SUBIR MUITO AINDA NA VIDA.

Mas minha cabeça anda numas de ficar em brancas nuvens que me parece a Lindsay. Fica toda zuada na buatchy, se encrenca, mas toma um banho de piscina e se pergunta: e agora? O que faço da minha vida?

(fiz 24 anos no dia 10 de Janeiro. Parabéns pra mim.)