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Curso das magnéticas e o medo atual da solidão.

Esta semana a Internet estava impossível. Além das groselhadas que fui obrigado a ouvir/ler durante a semana, juntamente com um projeto de lei chamado ESTATUTO DO NASCITURO (sério, procurem no Google pra ver a marmota que é essa lei), uma das coisas que mais me chamou atenção foi o show das magnéticas.

A minha reação foi PRATICAMENTE ESSA.

A matéria, como explicitada no site da Folha (dica: abre esta matéria na janela anônima no seu navegador se você estourou a quota de leitura), fala do curso que uma mulher oferece àquelas que querem um marido. Muita gente se revoltou, xingou muito nas redessociais, achou um retrocesso depois de tanto tempo das mulheres lutarem para alcançar seus objetivos…

Seguem os melhores trechos:

“Na abertura do curso, Eliete explica que, como a Lua, as mulheres têm fases e é preciso respeitá-las. Pelo menos uma vez por mês, a mulher deve tomar um banho mais demorado e tirar um dia para apenas ingerir líquidos, cuidados que, avisa, se perderam com o tempo.

Após esse breve prólogo, dá-se início a um capítulo sobre etiqueta. Na tela está uma imagem de um sutiã em chamas. A professora diz: ‘Não foi nossa culpa que elas fizeram isso, mas precisamos resgatar a feminilidade e a tolerância se quisermos relacionamentos duradouros’.

(…)

Para a psicóloga Ana Letícia Pereira, 30, o capítulo foi bastante proveitoso. Ela acredita que perdeu um partidão por ter feito um pedido diretamente para o garçom durante um jantar. ‘Demonstrei ser independente demais.’

(…)

Um dos slides mostra que 50% das pessoas não querem parceiros acima do peso. A própria Eliete costuma rejeitar gordos em sua agência. “Sou carinhosa e assertiva, digo que se ela emagrecer aumentará seu leque de oportunidades”, explica. Mas há gordos magnéticos, não?, a reportagem pergunta. “Não é o que dizem as pesquisas.”

(…)

A primeira regra é a pontualidade. “Qual o problema em deixar um pretendente com uma Mercedes esperando na porta da sua casa por 15 minutos?” “Todos”, responde a plateia. São Paulo é uma cidade perigosa, além de ser sinal de falta de respeito, segundo as participantes.

Outro item elementar é o salto alto. “Sei que rasteirinhas e sapatilhas estão na moda, mas para atrair devemos usar salto”, diz Eliete. Ela mesma não descansou um segundo do seu salto 12.

(…)

Quem quer relacionamentos duradouros não deve transar na primeira noite, e o homem é quem paga o primeiro jantar. Mas a magnética também pode ser ousada e ligar no dia seguinte para agradecer o passeio, diz a professora, que informa estar há um ano e meio com um novo amor, após o divórcio.

Haja bobagem, né? Também acho.

E comecei a pensar se isso rolar com os homossexuais do sexo masculino (sim, você mesmo, guei): seja másculo. aprenda a ser versátil (se for passivo). use barba. tenha carro e se vista bem. malhe na academia que nem um condenado. Enfim, você ser um projeto de macho alfa.

É algo que tenho escutado isso dos meus amigos: não arranjo ninguém pq não me cuido, não ajo como dito “”””homem””””. Infelizmente, tenho de concordar. Gente freak não arranja ninguém tão facilmente.

E é por isso que esses cursos de “etiqueta” fazem sucesso pelo seguinte: mais do que ser feliz, nossa segunda principal meta na vida é não ficar sozinho.

A sociedade anda tão agressiva e competitiva que parece uma conditio sine qua non ter alguma espécie de namoradx. É como se representasse uma espécie de triunfo sobre as pessoas. “TÁ VENDO? EU NAMORO PQ SOU MARAVILHOSO, E VOCÊ?”.

As pessoas, mais do que nunca, ultimamente querem uma companhia. Uma companhia dos sonhos. E daí, você precisa se moldar aos sonhos das pessoas pra atrair xs eventuais pretendentes. Nem que para isso você tenha de ser uma moça casta e delicada/um moço garboso e elegante dos anos 50, o que deixa as feministas urrando de raiva. Você pode ter até uma companhia, agindo como uma boneca. Acontece que essa companhia será boa pra você? Nunca saberemos.

É nessa ânsia da gente não querer ficar só, aliados aos nossos sonhos absurdos (ainda que inconscientes) de estórias inesquecíveis que queremos vivenciar, além do indivíduo inseguro de si e com medo de ficar sozinho no mundo que é submetido a esse tipo de curso pra se tornar uma magnética.

Você pode até não ficar sozinhx, dada a alta taxa de sucesso, mas aí vem a grande pergunta: ser amadx por todxs, mas cuja personalidade não condiz com a sua essência, ou ser você mesmx e correr o risco de ficar só?

Acredite, não é uma pergunta fácil.

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Jus DarkSoulcione¹ (pq é difícil pra carai)

 

BLABLABLA JUS BLABLABLA JURISPRUDÊNCIA BLABLABLA SENTENÇA EM JULGADO

Para quem quer fazer direito, este singelo texto.

Eu, como bacharel na área, digo em breves palavras, o que vocês irão enfrentar daqui a algum tempo. Não vem coisa fácil, já digo logo.

A seguir, as vdds que falei certa vez no feise. Prestigiem. E pensem mesmo se querem fazer Direito.

 

Este post é para vocês que pretendem fazer direito. Muitos de vocês vêm procuradores, advogados bem sucedidos, promotores, desembargadores, e decidem fazer direito.

– ain, Direito é uma área linda, lida com justiça. Amo justiça. Etc. 
Observações a fazer:

1) Direito não é um curso ruim. Ele é igual a todos os outros. Tem gente que ama. Tem gente que detesta. Se for pra fazer o curso com a finalidade de fazer concurso, acredite. Tá indo pelo pior motivo. 

2) como todo curso que se preza, você vai passar cinco anos. Lidando com, talvez, as pessoas mais escrotas e arrogantes do universo. Gente que te trata como se você fosse um zero a esquerda. Gente que só pq tem mestrado ou doutorado se acha no direito de escrotizar a sua vida. Mas tem assim em tudo quanto é curso então blz.

3) É um curso que você lida com coxinha, e é de coxinha. E para coxinha. Ponto. Há exceções (alguém disse VOCÊ IGU?), mas tem sempre algum babaca falando coisas que imperam no senso comum. 

4) Um curso que abusa do formalismo e termos técnicos. Sem falar no odioso pronome de tratamento DOUTOR. 

5) Além disso, tem o povo mais bonito, bem nascido e bem arrumado do universo DSCLP. 

6) E antes da dita justiça, vem o positivismo e as normas que nem sempre é o certo a se fazer. 

Se com essas observações você não desistiu de fazer o curso, tenho uma mais importante: apenas 17 por cento dos alunos que prestaram o último exame da oab foram aprovados. NA PRIMEIRA FASE. 

Boa sorte. A todos.

 

¹ – o neologismo remete ao jogo Dark Souls, um dos jogos mais difíceis da atual geração de videogames.

 

:) (smile and don’t cry on a club)

Este é você. Na balada. Curtindo e se divertindo à beça. Parece ser uma noite tranquila. Até normal. Mas de repente conhece uma pessoa. Já a conhecia. E você decide que é com ela que tu quer ficar. Te trata bem. Mas te ignora em relação ao prazer mundano. E você leva na boa.

Acontece que você não sabe como chegar. Achou bonita. Mas não sabe o que fazer. O perfume te excita, o físico… Mas ela tá de olho em outras pessoas. E você começa a se incomodar.

E ela fica com outras pessoas, e você começa a se frustrar. E começa a perceber que você é mais um, e não uma pessoa bacana. Mesmo as pessoas te elogiando você não se convence. Até porquê se você tivesse muitas virtudes, as pessoas perceberiam e tentariam se aproximar de você. E os amigos percebem. E tentam amenizar a situação.

E inacreditavelmente, você junta a pessoa desejada com outro alguém. E ficam. E você vai espairecer. Na verdade, você vai ficar sozinho. Não quer que ninguém se incomode com sua tristeza. E continua a bebericar. E começa a chorar por ter feito tanta besteira na vida.

É como que quando você bebesse, o seu senso fica mais apurado e a autocrítica fica mais pesada. É como se você fosse um 0. Nada mais que isso. E fica a cada minuto pior. Mas a noite não acabou, e vamos tentar se divertir.

E a multidão se diverte. Dá risadas. E você junto. Mesmo com a dor de não ter sido correspondido, você ainda continua vivo. E tenta mostrar ao mundo que a vida é uma pista de dança e, mesmo com lágrimas eminentes nos olhos, você sorri. E curte o momento.

E amanhece e acaba mais um dia de balada. Você não teve um momento mágico. Até se sentiu mal em relação a isso. Mas um sábado é um sábado. Um domingo é um domingo. Uma segunda é uma segunda. Cada dia é diferente, tendo de matar um leão por dia.

E saio com a sensação de estar faltando algo. Mas who cares? Foi apenas +1. Existem bilhões de pessoas, e foda-se se não se interessarem. Tem sempre alguém que quer compartilhar uma história com a gente. Ainda que seja por uma noite. Posso não estar feliz. Mas eu vou ficar bem. Sempre fico, pq vai ser agora que não vou ficar?

Igor M.

 

Pq odeio segundas-feiras.

(nota: na verdade, eu odeio mesmo é quarta-feira. É um dia modorrento, meio do muro, que inventa AINDA de botar futebol no meio. É meu jeitinho.)

Imagine você…

1) acordar depois de um final de semana que é agradável e revigorante… Mas não o suficiente.

2) acordar e lembrar que tem um dia puxado a seguir.

3) acordar e ter de resolver um monte de problema na rua, na faculdade, o escambau.

Mas pra mim, é como se o karma sentasse na privada, mirasse o alvo na minha cabeça e cagasse o meu dia. Bem lindo. (com uma cor que se assemelha ao prata. até pq o Universo deve cagar bonito, né?)

É justo que você não entenda os meus motivos pra que a Segunda seja um dia cu, mas acho eu que você me entende. É uma coisa inexplicável e sem lógica, admito. Mas só pelo fato de começar a semana, ainda mais com raiva de um final de semana de cão como eu tive ontem e anteontem, com uma cara de cu que fiz, somado ao fato de estar chovendo, passar uma hora no trânsito e levar uma irmã VAK e FOLGADA pra faculdade… Isso talvez se justifique.

E quem é amigo meu de verdade não só se preocupa comigo o pq de eu estar mal humorado (como o Gus <3) como também leva de boa o momento que tô passando por este fatídico dia da semana.

E sem confiança pra quem acorda feliz da vida numa segunda-feira. (excetuando o Lucas)

Bom Dia. BOM DIA O CARALHO.

(escrito em casa num dia de chuva, às 10:56)

 

União Gay e Fins de relacionamento.

Alô fãs da biscatage e bayonettage, e alguns fãs de blogs como o #tefodemuleque ou a #sortedehoje: TÔ NO WORDPRESS AGORA. EEEEEEEEEEEH

O motivo se deve porque eu simplesmente enjoei do Blogspot e meus oito blogs hospedados (o #wowitt, que fala da minha luta pela perda de peso, ainda continua a todo vapor), e também pq eu tava cogitando em criar um espaço para expressar as minhas ideias. Pq Twitter é bom, dinâmico, mas para textos densos, não é lá MUITO LEGAL. Daí vou ver se escrevo algumas coisas legais, e o melhor: vou ver se importo os melhores posts dos meus 92384784575845 blogs.

Pronto. Eu prefiro que me apresente no final do post. Queria jogar umas ideias a vocês hoje. Topam? (se não, por favor, fechem o navegador e voltem outro dia. não tô aqui pra fazer média.)

1) União Estável Gay. E daì que hoje começou o momento histórico da História Judiciária Brasileira, com o julgamento, pelo STF, das ADPF nº 132 e da #ADI nº 4277, que podem homologar a união civil no Brasil. É um avanço, que os radicais e religiosos (não são a mesma coisa, flw) querem fazer de tudo pra barrar. A fins de comparação, um casal de homossexuais, em uma união estável, têm 112 direitos negados, em relação a uma união estável de heterossexuais. O Ayres Britto, um dos ministros do STF e é da minha terrinha (Aracaju), fez uma tese muito foda, e queria que vcs lessem neste singelo link.

O que as pessoas não entendem é que união civil, casamento… Poxa, as pessoas têm o direito de constituir família. O próprio Ayres disse que família não é aquela que é formada por pai e mãe. é aquela que tem irmãos, primos, casais gays… Quando há afeto num núcleo, então pode haver família. E o reconhecimento da união estável de homossexuais pelo STF é um importante passo pra abranger esse conceito.

Agora, não me irrita nem isso. É o mundo gay que tenho visto e que tem causado certo desapontamento.

Salvo algumas exceções (e nobres, por sinal), parece que todo mundo caga pra isso. Seja pq não quer casar, seja pq tem dinheiro e pode casar em Buenos Aires com o boy… Brasileiro é um ser politicamente apático por natureza, é fato. O problema é que vi muita gente boa (e gay) IGNORANDO um avanço importantíssimo. Tem noção?

[nota: Por mais que o Ayres Britto tenha feito um voto SENSACIONAL, ainda não podemos contrair união estável. Ou seja, temos 112 direitos a menos que um heterossexual. Você acha isso JUSTO? Você nascer com o fato de gostar de alguém do mesmo sexo, paga os mesmos impostos que os héteros, fazem as mesmas coisas que os héteros, e não poder doar sangue ou ter conta conjunta de banco pq NÃO PODE SE CASAR?]

É um direito seu não querer saber disso, mas ignorar demonstra apatia, caralho! Não se manifestar, ficar omisso pq tem medo que seja interpretado errado é muito feio. Tudo bem que você tem seu pink money, e nego faz semanas gays pra atrair gente que consome muito, mas nem todo mundo tem muito dinheiro. O mundo não é um Queer as Folk, ou um Glee. O mundo real é mais duro. Tem gente que apanha todo dia, gente que vive com um companheiro, mas que vai ficar sem nada quando morrer, herdando aquela família homofóbica… Tem de lutar pra mudar essa realidade. Seja com ações, seja com palavras, seja com pensamentos.

E eu queria discutir a questão do GAYSTAPO (HEH), mas isso merece um post à parte. 🙂

2) Fins de relacionamento. Falando em casamentos e etc., veio uma coisa triste em mim. Sabe naqueles dias que seu amigo tá numa pior, e você nem sabe sequer o que dizer a ele? Passei por isso. 😦

Simplesmente, houve um fim. E meu amigo não soube contornar a situação como devia. E eu, tentando acalmar os ânimos, parecia que não sabia mais falar a ele o que proceder. Era como se meu interior dissesse: você não tem mais nada a falar. Melhor ficar calado e dar força. E eu: ok, né. Pior nem é isso: pior é que quase começo a chorar pq não sabia como fazê-lo ficar pior, sem levar em conta que ele tinha ideias meio absurdas, que não comentarei neste espaço, obviamente.

Marcaram terapia pra eu ir, ajudar meus amigos a chorar as mágoas, etc. Mas eu não podia ir (minha mãe ficou PUTA pq cheguei tarde ontem :p), e marquei uma convenção no msn. Bom……… PRECISO DIZER QUE IGNORARAM A MINHA IDEIA? Tá. Depois disso, acabei enjoando de gente, nem fui, e tô aqui, com esses momentos meus, tomando uns bons drink. HAUEHAUEHAUEHAUE

A grande verdade é que relacionamentos acabam, e você vai sair chorando neles. CLARO. A questão é: olhar pra cima e viver. Sempre. Sofrer por algo ou alguém é penoso. Não vale a pena. Aliás, não vale a pena agregar pena das pessoas (que é diferente de você ser solidário com um coração aflito). Não se esqueça que você não é o herói na estória; até pq você vai fazer vilanices um dia, podendo até mesmo ser um anti-herói (trecho baseado na Gloss nº 43 que li, rs – ih me senti o Felipe Luno agora; aliás, esse trecho tirei do texto que ele escreveu pra revista)

E enquanto pessoas sofrem no final de uma futura estória bonita, eu sofro por faltar estórias bonitas que eu vivi. Um namoro que eu olhe e diga: foi bom. Eu até tive recentemente, mas o término foi tão esdrúxulo que simplesmente explodiu muitas virtudes que ele tinha. E ainda continuo no caminho de ser feliz, tentando me completar com um smartphone, já que ser humano anda em falta comigo. BTW: viram esse Galaxy S2 (NUNCA QUE VOU CHAMAR DE S II; adoro nomeá-lo SMARTPHONE DO AMOR)? Me apaixonei. LITERALMENTE.

Quanto mais conheço os humanos, mais gosto de computadores. Este é meu lema. Esta é a minha vida. E estas são as minhas regras. 😉

 

>DHILLUS, SÓ VOCÊ ME FASCINA,

>

 

 

…SUAS ROUPAS, SEMPRE ME DEIXAM MENINAAAAAA…

 

[tive conhecimento por @LeiteRodrigo e @gutof.]

(ah, os #Dhillusfacts,)

 

>EU ACHO ISSO UMA PUTA FALTA DE SACANAGEM

>

 

Tava eu, muito filiz, voltando de uma balada na sexta (onde me deparei com coisas, erh, um pouco irreais que não comentarei aqui, por hora, quando volto e venho checar minhas coisas aqui. De repente, me deparo com ESSE video.

 

Considerações:

– Nome do vídeo fala de uma banda punk chamada RESTART, ou seja.

– A moça surtando (motivando o título do post).

– Os fãs manifestando ao pichar (?) UMA PAREDE COM CANETINHAS.

– E uma mãe solidária com os filhos ao perder ESSE show, quer dizer.

 

Olha, baseado neste video (o que eu ri, sendo muito franco), eu tenho uma opinião a dizer. Não necessariamente ao video, mas à nossa conduta perante a pessoas mais jovens do que nós. Melhor explicando: porque nós somos tão datados? Pq as nossas guilty pleasures valem tanto, e a dos adolescentes, não?

Pq, né? Você que fica detonando Restart VAI ME DIZÊ que tu não ouvia uma época dessas CPM 22 ou Detonautas? E nem venha pq as duas não tinham uma qualidade musical, erh, notável. Mesma coisa ao ouvir Britney Spears na época do Oops… I did it again, ou Shakira cantando Pies Descalços. Ambas são pop, meio bobas e VENHA NÃO PQ TENHO ENVERGADURA MORAL DE FALAR, OK

As pessoas só atingem maturidade quando se deparam com algo ruim, uma guilty pleasure. Só conseguem ser mais felizes se acompanharem o prazer de ouvir coisas que não são ruins, mas são divertidas. Nem todo mundo é sério, e se diverte ouvindo Beethoven, ou Mars Volta, por exemplo. (ok, tem como, mas tô falando no sentido não tão ilícito da coisa) Teve gente que gostou dos Menudos! Da Baby Consuelo cantando Barrados na Disneylândia. Do É o Tchan. E olha que são coisas que a gente tem vergonha de admitir. (diferentemente de mim, que curte um tecnobrega gostoso. até baixei setlist do DJ CREMOSO, pra você ver).

Então, kiddos, quer rir, ria. Mas NUNCA se esqueça do seu passado guilty. N-U-N-C-A.

(lembrando que este blog não é fã e nem tem amigos no Restart. Grato.)

 

UPDATE: pq amo o Twitter:

#putafaltadesacanagem

(clica pra ver melhor, rs)