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Arquivo da categoria: biscat

Eu.

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Foto minha de 2011, que ¯\_(ツ)_/¯

Muita gente conhece o Igor de n formas. Pessoalmente, virtualmente, em casa, na rua, nos lugares públicos, nem tão públicos assim… Mas tem algumas facetas da minha personalidade que as pessoas não conhece. Pra não ficar totalmente escancarada, vou dizer algumas que, ao meu ver, me parecem interessantes. Mas no final das contas eu me acho uma pessoa normal…zinha.

Primeiramente, eu sou meio calado e na minha em casa. O que é um choque, pq todos me conhecem na rua como uma pessoa expansiva e comunicativa. Amo falar com as pessoas, com o mundo, me interagir com elas. Mas em casa me recolho, às vezes. E não gosto de ser importunado. Prefiro ficar aqui, falando com vocês na internet a ter de conversar com minha mãe. A gente conversa, mas somos tão diferentes que não conseguimos esboçar diálogos despretensiosos por muito tempo (a conversa reside mais em problemas e assuntos da casa).

Além disso, eu não gosto de carne de coelho e de carneiro. De vez em quando, gosto muito de misturar doce com salgado. Mas fora isso, como bem em casa, ainda bem. Faço terapia duas vezes por mês, e acho que tô melhorando um pouco. Costumo ser razoavelmente otimista e gente boa na realidade, se bem que muita gente me acha um purgante nas redes sociais.

Mas na rua, eu falo muito e me divirto. Sempre me dou sorte de encontrar alguém quando saio sozinho. Eu não tenho medo e nem receio de viajar sozinho. Até gosto. Muito.

Sou formado em Direito (E PIOR QUE AINDA TEM GENTE QUE NÃO SABE!!!). Minha especialização em Direito Público sai em poucos dias.

Shopping eu não tenho andado muito, apesar de gostar. E não bato muita perna em centro. Acreditem.

Em casa, nos últimos tempos, sou eu que tenho segurado as pontas aqui. Não falo financeiramente, mas psicologicamente mesmo. Queria muito que as pessoas dependessem menos de mim.

Amo descrever, de verdade. Mas tenho uma preguiça nata a isso. E é foda. Sou procrastinador doentio. Detesto isso.

Meus amigos acham que não dou atenção o suficiente pq não saio e nem converso com eles. Mas eles não sabem que essa é a minha natureza. Sou tímido em chamar pra sair. Sei lá, desenvolvi um bloqueio. Tenho superado isso, mas é mais fácil alguém me chamar que o contrário.

Não conto parte dos meus problemas a ninguém pra não incomodar. E daí desconto nas redes sociais.

Acreditem: guardo muita coisa. Desde segredos a mágoas.

A grande real é que nunca namorei de verdade. Mas me apaixonei sim, e meu coração foi maltratado. 😦

Não tenho maturidade emocional pra: dispensar alguém, manter relacionamento com alguém, aguentar foras de alguém.

Minha autoestima passa por momentos de alta e baixa autoestima. Se alguém não quer ficar comigo, já penso que sou o mais feio da balada.

Paixões incondicionais: Pokémon, coxinha e dinheiro.

Sim, sou absurdamente materialista sem esquecer que priorizo o interior da pessoa.

E acho que é só o que vocês precisam saber. Tem muita coisa minha, mas acho que contar tudo perde a graça. 😉

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Curso das magnéticas e o medo atual da solidão.

Esta semana a Internet estava impossível. Além das groselhadas que fui obrigado a ouvir/ler durante a semana, juntamente com um projeto de lei chamado ESTATUTO DO NASCITURO (sério, procurem no Google pra ver a marmota que é essa lei), uma das coisas que mais me chamou atenção foi o show das magnéticas.

A minha reação foi PRATICAMENTE ESSA.

A matéria, como explicitada no site da Folha (dica: abre esta matéria na janela anônima no seu navegador se você estourou a quota de leitura), fala do curso que uma mulher oferece àquelas que querem um marido. Muita gente se revoltou, xingou muito nas redessociais, achou um retrocesso depois de tanto tempo das mulheres lutarem para alcançar seus objetivos…

Seguem os melhores trechos:

“Na abertura do curso, Eliete explica que, como a Lua, as mulheres têm fases e é preciso respeitá-las. Pelo menos uma vez por mês, a mulher deve tomar um banho mais demorado e tirar um dia para apenas ingerir líquidos, cuidados que, avisa, se perderam com o tempo.

Após esse breve prólogo, dá-se início a um capítulo sobre etiqueta. Na tela está uma imagem de um sutiã em chamas. A professora diz: ‘Não foi nossa culpa que elas fizeram isso, mas precisamos resgatar a feminilidade e a tolerância se quisermos relacionamentos duradouros’.

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Para a psicóloga Ana Letícia Pereira, 30, o capítulo foi bastante proveitoso. Ela acredita que perdeu um partidão por ter feito um pedido diretamente para o garçom durante um jantar. ‘Demonstrei ser independente demais.’

(…)

Um dos slides mostra que 50% das pessoas não querem parceiros acima do peso. A própria Eliete costuma rejeitar gordos em sua agência. “Sou carinhosa e assertiva, digo que se ela emagrecer aumentará seu leque de oportunidades”, explica. Mas há gordos magnéticos, não?, a reportagem pergunta. “Não é o que dizem as pesquisas.”

(…)

A primeira regra é a pontualidade. “Qual o problema em deixar um pretendente com uma Mercedes esperando na porta da sua casa por 15 minutos?” “Todos”, responde a plateia. São Paulo é uma cidade perigosa, além de ser sinal de falta de respeito, segundo as participantes.

Outro item elementar é o salto alto. “Sei que rasteirinhas e sapatilhas estão na moda, mas para atrair devemos usar salto”, diz Eliete. Ela mesma não descansou um segundo do seu salto 12.

(…)

Quem quer relacionamentos duradouros não deve transar na primeira noite, e o homem é quem paga o primeiro jantar. Mas a magnética também pode ser ousada e ligar no dia seguinte para agradecer o passeio, diz a professora, que informa estar há um ano e meio com um novo amor, após o divórcio.

Haja bobagem, né? Também acho.

E comecei a pensar se isso rolar com os homossexuais do sexo masculino (sim, você mesmo, guei): seja másculo. aprenda a ser versátil (se for passivo). use barba. tenha carro e se vista bem. malhe na academia que nem um condenado. Enfim, você ser um projeto de macho alfa.

É algo que tenho escutado isso dos meus amigos: não arranjo ninguém pq não me cuido, não ajo como dito “”””homem””””. Infelizmente, tenho de concordar. Gente freak não arranja ninguém tão facilmente.

E é por isso que esses cursos de “etiqueta” fazem sucesso pelo seguinte: mais do que ser feliz, nossa segunda principal meta na vida é não ficar sozinho.

A sociedade anda tão agressiva e competitiva que parece uma conditio sine qua non ter alguma espécie de namoradx. É como se representasse uma espécie de triunfo sobre as pessoas. “TÁ VENDO? EU NAMORO PQ SOU MARAVILHOSO, E VOCÊ?”.

As pessoas, mais do que nunca, ultimamente querem uma companhia. Uma companhia dos sonhos. E daí, você precisa se moldar aos sonhos das pessoas pra atrair xs eventuais pretendentes. Nem que para isso você tenha de ser uma moça casta e delicada/um moço garboso e elegante dos anos 50, o que deixa as feministas urrando de raiva. Você pode ter até uma companhia, agindo como uma boneca. Acontece que essa companhia será boa pra você? Nunca saberemos.

É nessa ânsia da gente não querer ficar só, aliados aos nossos sonhos absurdos (ainda que inconscientes) de estórias inesquecíveis que queremos vivenciar, além do indivíduo inseguro de si e com medo de ficar sozinho no mundo que é submetido a esse tipo de curso pra se tornar uma magnética.

Você pode até não ficar sozinhx, dada a alta taxa de sucesso, mas aí vem a grande pergunta: ser amadx por todxs, mas cuja personalidade não condiz com a sua essência, ou ser você mesmx e correr o risco de ficar só?

Acredite, não é uma pergunta fácil.

 

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20 fotos legais (mas amadoras, vai) que tirei no Rio de Janeiro. <3

Como prometido no Twitter, aí vai as 20 fotos. <333333

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Suite Skyline 4

 

 

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~~~BÔNUS~~~

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só os lindos no jantar de sábado. <33333

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VSF MAINHA GATÍSSIMA

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Bruno e Diego, dois amor <333333

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Foto tirada pelo menino @dcassus no Leblon. (e postada no Instagram) ❤

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Fotos tiradas com o Samsung Galaxy Nexus/X, a 5 Mpx. Excetuando a de número 24, que foi tirada no iPhone do Daniel. 🙂

P.S.: queria tirar a foto do Rocco, o cachorro do Cássio, mas não deu. 😦 Mesma coisa com o povo da Gang do Eletro e de alguuumas coisinhas tbm. HIHI

 

 

Sobre bebidas, caronas e baladas.

Tá decidido. Não vou mais a nenhuma balada neste semestre. Os motivos são diversos. Eu tenho uma monografia para acabar, tive de levar bronca do meu pai duas vezes só na semana que passou, minha mãe passando O DIA TODO buzinando no meu ouvido. VOCÊS PENSAM QUE É FÁCIL? Pra dar um fim a todo esse pandemônio, decidi dar um fim nas farras, ao menos por enquanto. E tentar focar na minha vida. Pelo menos sozinho. Agora vem os motivos que me fizeram tomar esta decisão:

a) eu: Tenho saído mais com meus amigos que com outros. Nunca mais os vi, nem tenho notícia. =/ Outra: meus pais. Toda semana me veem sair e ficam me dando bronca pq fiz isso ou aquilo. (meu pai conversou comigo como se eu tivesse dormido com alguém sem camisinha e virado um alcoolatra sem escrúpulos e nem caráter -Q) E eu simplesmente enjoei de coisas que aconteciam quando eu saía. Sem levar em conta que pretendo me afastar das bebidas quando eu for pra farra.

b) caronas: SÉRIO. Tem me deixado puto essa questão de carona. Senti saudade na sexta quando saí, me lembrando que saía pras baladas de ônibus (ou táxi), e voltada idem, com horário bonitinho, sem dar satisfação ou sem depender de ngm. Parece que, hoje em dia, não rola mais. Me sinto O MOTORISTA DA BALADA. Mas vale ressaltar que há caronas e CARONAS. Tem gente que é maravilhosa quando se dá carona. É super comportado. Obedece a ordem de ir, voltar, tudo bonitinho, tudo certinho. Eu me orgulho de gente assim, e é o que vou levar sempre pros lugares. Meu outro problema é com OUTRO TIPO DE CARONA. Aquele tipo que não vai no horário que você quer, faz birra, te atrasa na hora de ir embora, ainda pede pra levar um pessoal extra e me provoca um alto grau de stress. É como se você fosse o motorista deles. Sem levar que eles contribuem pra levar bronca em casa, coisa QUE ODEIO. Não levo mais. Honestamente. Cansei. Falei até a um amigo meu sobre isso. Só dou carona se eu quiser. Não vou mais ficar levando e trazendo fulano que me traz raiva. E se eu não tiver minha carona, eu dou meu jeito. Volto de ônibus, ué. Eu sou independente, no meu jeito. 😉

c) bebidas: preciso ficar longe duns bons drink por tempo determinado. Até pq temos o fígado para cuidar, e a reputação idem. Mas aí que tá. Se eu me afastar, vou ficar meio irritado com as mesmas pessoas e não vou ter história pra contar. Mas se beber, eu fico com a reputação meio manchada, vem a ressaca moral, mas terei me divertido. O que fazer? Mas não importa, pelo menos agora. Acho que o principal motivo d’eu ter enjoado de tudo isso são…

Volto no forró pra amar vocês, meus miguinho de balada. Enquanto isso, me curtam no facebook ou me sigam no Twitter. Tchau! 🙂

 

A fonte de inspiração deste blog.

Muita gente se pergunta o pq do nome ser me odeia deita na BR. Simples.

1) Exercício de autoafirmação.

2) Autoafirmação implica em biscatice, e biscatice no Twitter lembra? ISSO, THAYANNI RAFAELLI E O TIPOS DE BISCAT!!!

3) E como toda boa bisca, ela se inspira nas letras motivacionais do Aviões do Forró. SÉRIO. QUE BANDA #WINNING. ❤

Sem mais para o momento, bom dia. 🙂