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União Gay e Fins de relacionamento.

05 maio

Alô fãs da biscatage e bayonettage, e alguns fãs de blogs como o #tefodemuleque ou a #sortedehoje: TÔ NO WORDPRESS AGORA. EEEEEEEEEEEH

O motivo se deve porque eu simplesmente enjoei do Blogspot e meus oito blogs hospedados (o #wowitt, que fala da minha luta pela perda de peso, ainda continua a todo vapor), e também pq eu tava cogitando em criar um espaço para expressar as minhas ideias. Pq Twitter é bom, dinâmico, mas para textos densos, não é lá MUITO LEGAL. Daí vou ver se escrevo algumas coisas legais, e o melhor: vou ver se importo os melhores posts dos meus 92384784575845 blogs.

Pronto. Eu prefiro que me apresente no final do post. Queria jogar umas ideias a vocês hoje. Topam? (se não, por favor, fechem o navegador e voltem outro dia. não tô aqui pra fazer média.)

1) União Estável Gay. E daì que hoje começou o momento histórico da História Judiciária Brasileira, com o julgamento, pelo STF, das ADPF nº 132 e da #ADI nº 4277, que podem homologar a união civil no Brasil. É um avanço, que os radicais e religiosos (não são a mesma coisa, flw) querem fazer de tudo pra barrar. A fins de comparação, um casal de homossexuais, em uma união estável, têm 112 direitos negados, em relação a uma união estável de heterossexuais. O Ayres Britto, um dos ministros do STF e é da minha terrinha (Aracaju), fez uma tese muito foda, e queria que vcs lessem neste singelo link.

O que as pessoas não entendem é que união civil, casamento… Poxa, as pessoas têm o direito de constituir família. O próprio Ayres disse que família não é aquela que é formada por pai e mãe. é aquela que tem irmãos, primos, casais gays… Quando há afeto num núcleo, então pode haver família. E o reconhecimento da união estável de homossexuais pelo STF é um importante passo pra abranger esse conceito.

Agora, não me irrita nem isso. É o mundo gay que tenho visto e que tem causado certo desapontamento.

Salvo algumas exceções (e nobres, por sinal), parece que todo mundo caga pra isso. Seja pq não quer casar, seja pq tem dinheiro e pode casar em Buenos Aires com o boy… Brasileiro é um ser politicamente apático por natureza, é fato. O problema é que vi muita gente boa (e gay) IGNORANDO um avanço importantíssimo. Tem noção?

[nota: Por mais que o Ayres Britto tenha feito um voto SENSACIONAL, ainda não podemos contrair união estável. Ou seja, temos 112 direitos a menos que um heterossexual. Você acha isso JUSTO? Você nascer com o fato de gostar de alguém do mesmo sexo, paga os mesmos impostos que os héteros, fazem as mesmas coisas que os héteros, e não poder doar sangue ou ter conta conjunta de banco pq NÃO PODE SE CASAR?]

É um direito seu não querer saber disso, mas ignorar demonstra apatia, caralho! Não se manifestar, ficar omisso pq tem medo que seja interpretado errado é muito feio. Tudo bem que você tem seu pink money, e nego faz semanas gays pra atrair gente que consome muito, mas nem todo mundo tem muito dinheiro. O mundo não é um Queer as Folk, ou um Glee. O mundo real é mais duro. Tem gente que apanha todo dia, gente que vive com um companheiro, mas que vai ficar sem nada quando morrer, herdando aquela família homofóbica… Tem de lutar pra mudar essa realidade. Seja com ações, seja com palavras, seja com pensamentos.

E eu queria discutir a questão do GAYSTAPO (HEH), mas isso merece um post à parte. 🙂

2) Fins de relacionamento. Falando em casamentos e etc., veio uma coisa triste em mim. Sabe naqueles dias que seu amigo tá numa pior, e você nem sabe sequer o que dizer a ele? Passei por isso. 😦

Simplesmente, houve um fim. E meu amigo não soube contornar a situação como devia. E eu, tentando acalmar os ânimos, parecia que não sabia mais falar a ele o que proceder. Era como se meu interior dissesse: você não tem mais nada a falar. Melhor ficar calado e dar força. E eu: ok, né. Pior nem é isso: pior é que quase começo a chorar pq não sabia como fazê-lo ficar pior, sem levar em conta que ele tinha ideias meio absurdas, que não comentarei neste espaço, obviamente.

Marcaram terapia pra eu ir, ajudar meus amigos a chorar as mágoas, etc. Mas eu não podia ir (minha mãe ficou PUTA pq cheguei tarde ontem :p), e marquei uma convenção no msn. Bom……… PRECISO DIZER QUE IGNORARAM A MINHA IDEIA? Tá. Depois disso, acabei enjoando de gente, nem fui, e tô aqui, com esses momentos meus, tomando uns bons drink. HAUEHAUEHAUEHAUE

A grande verdade é que relacionamentos acabam, e você vai sair chorando neles. CLARO. A questão é: olhar pra cima e viver. Sempre. Sofrer por algo ou alguém é penoso. Não vale a pena. Aliás, não vale a pena agregar pena das pessoas (que é diferente de você ser solidário com um coração aflito). Não se esqueça que você não é o herói na estória; até pq você vai fazer vilanices um dia, podendo até mesmo ser um anti-herói (trecho baseado na Gloss nº 43 que li, rs – ih me senti o Felipe Luno agora; aliás, esse trecho tirei do texto que ele escreveu pra revista)

E enquanto pessoas sofrem no final de uma futura estória bonita, eu sofro por faltar estórias bonitas que eu vivi. Um namoro que eu olhe e diga: foi bom. Eu até tive recentemente, mas o término foi tão esdrúxulo que simplesmente explodiu muitas virtudes que ele tinha. E ainda continuo no caminho de ser feliz, tentando me completar com um smartphone, já que ser humano anda em falta comigo. BTW: viram esse Galaxy S2 (NUNCA QUE VOU CHAMAR DE S II; adoro nomeá-lo SMARTPHONE DO AMOR)? Me apaixonei. LITERALMENTE.

Quanto mais conheço os humanos, mais gosto de computadores. Este é meu lema. Esta é a minha vida. E estas são as minhas regras. 😉

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