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(mais de) uma semana de cicloativismo¹.

(¹ cicloativismo, na verdade, é forma de dizer. O que faço é apenas substituir o transporte que normalmente ando e trocar por bicicleta)

Andar de bike sempre foi um problema pra mim. Quando guri, tentava andar, mas nunca conseguia. Meu pai me obrigava a andar de bike cedo todo sábado e isso estragava meu final de semana. Primeiro: não conseguia andar direito e ficava frustrado. Segundo: passava Xuxa e queria ver (olha a ideia da criança). Daí meu pai desistiu e me tornei um adolescente obeso, sedentário e que morria quando fazia algum esforço físico. Por algum momento, decidi andar de bike no sítio da família em um dia aleatório de 2001, aos 13 anos. E comecei a andar. :D Claro, superei o trauma, e me apaixonei em andar de bike. Mas é uma arte arcana que esquecia de praticar. Até uns dois anos atrás.

Um amigo meu decidiu incentivar a minha pessoa em andar de bike. Mandava textos, opinava sobre a carrodependência, essas coisas. E eu, de repente, abracei a causa. E até mesmo apoiar o cicloativismo de verdade. Não chego a participar de eventos ou bicicletadas, mas posso dizer que sou simpático a causa. E daí que, um dia desses, decidi andar de bike pra resolver minhas coisas do cotidiano pela manhã e tarde. O meu carro tinha batido (VOLKSWAGEN, DOIS MESES PRA ENTREGAR MEU CARRO CONSERTADO? ESQUERO QUE ESTEJA BOM, OU VAI SOBRAR PRA VOCÊS), e tava enjoado de perder UMA HORA num trajeto que demoraria 25 minutos de bike ou 15 de carro; daí a ideia de andar de bike. No entanto, pra isso, tinha de superar alguns obstáculos e reformar a minha bike.

1) Paranoias de mãe: desculpem às minhas amigas que já são mães, mas… Tem indivíduo mais paranóico que as nossas mães? Se tiver, fale nos comentários pq EU DESCONHEÇO. Mãe tem aquele mal de amar demais, e por amar demais, costuma falar besteiras ou até mesmo vetar coisas simples. Como andar de bicicleta. Segundo minha mãe,

1) BICICLETA MATA;

2) BICICLETA PODE SER ROUBADA;

3) BICICLETA FAZ VOCÊ SUAR.

Eu já discuti SÉRIO com minha mãe sobre o simples fato de querer andar de bicicleta. (isso vocês nem sabem do AUÊ que rolou em casa pq eu disse que queria andar de patins) Não dando resultado, decidi ir ao trabalho escondido de bike. Ela descobriu essa semana, por sinal. Culpa do meu pai, que falou. RSRSRS Daí que, você vê, mães. A gente faz escondido pq não gostamos de levar repressões em algo que nem mal faz. =P

2) O renascimento de uma bike morta: antes de andar, tinha de ~ajeitar~ a bicicleta. E o pior é que ela tava toda fodida: enferrujada, pneus murchos, marcha lascada, etc. etc. Fui num mecânico e pedi pra ajeitar. Ficou joinha e usável, o que é mais importante. Comprei sinaleta, refletores, sinlizadores… Tudo bonitinho pra ser uma bike urbana. E num é que a bicha tem dado pro gasto? <3 Tá maltratada, mas tá me servindo. E isso é o que importa.

3) Aracaju e sua cultura raivosa dos carros: Aracaju tem 600 mil habitantes e é uma cidade pequena. No entanto, ela tem muito mais carros que pessoas. E o trânsito tem ficado igual ao de cidade grande. Isso atrapalha toda uma mobilidade de uma cidade que não soube crescer direito. Mas este não é o ponto principal.

O ponto principal é: Aracaju é MUITO raivosa com quem não tem carro. Quem já andou de bike, percebe isso. NORMALMENTE, os carros vêm voando, com uma velocidade acima do normal. E apesar de haver muitos km de ciclovias, os carros normalmente não respeitam uma simples bike pq… Ela não está numa ciclovia. Boo.

E some ao fato de não haver bicicletários e algumas pessoas rirem da tua cara quando você diz que tá de bike. HAHAHAHAHAHAHAHAHA

4) A bike e os seus efeitos: é muito pouco pra dizer o que mudou na minha vida ao começar a andar de bike. Continuo na merda, sempre. Mas é uma perspectiva interessante você como ciclista no trânsito. Você vê o outro com outros olhos. Este é um ponto positivo muito forte. Mas, essas de descobrir novas rotas e ir a caminhos mais simples eu ainda não descobri. Não consegui ter um google maps pra minha vida, imagine agora. E apesar de ser uma forma saudável de locomoção na cidade e perder uns quilos (ASSIM EU ESPERO, PQ OLHA), eu fico extremamente enfadado por andar no calor, sem falar no suadouro lindo que fiquei. Quando cheguei em casa, tava um pavor de tão suado. Tudo bem que sou obeso e o caralho a quatro, mas se eu andasse no frio, eu acho que nem suaria. hahahahaha E bom, como disse, só mudou o fato de eu andar nos lugares mais rápido, compreensão de perspectiva e só. PQ NEM PRA PAQUERAR NGM ME PAQUEROU, HAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

E é isso. Boa Terça a todos.

 

Vimeo test.

Depois de oitenta anos, fiz um perfil no Vimeo. Com ele, eu pretendo postar algumas filmagens em HD na época que eu tava em São Paulo, no mês de Novembro. Pra estrear, postei uma performance de uma banda brasileira chamada Garotas Suecas, tocando no Planeta Terra. E adivinha quem tava lá para prestigiar/dançar uma música que eles vão tocar no vídeo? Taca o play! :D

#iguinSPTour2011: Planeta Terra! Garotas Suecas – Banho de bucha from Igor Maia on Vimeo.

(so 2011, mas foi lindo demais aquela hora. <3)

 

Barbacracia. (ou: a opressão da sociedade em querer que os homens usem barba no dia-a-dia)

Image

(Wayne Coyne, vocalista dos Flaming Lips, e barbudo.)

Tudo começou com um sábado ensolarado, um dia bonito e radiante. Eu, disposto a estudar cedo, decidi ir pra faculdade. Antes de começar, dei de lance com a seguinte matéria:

Homens com barba são menos atraentes, diz estudo

E o que aconteceu? Um inferno. Tá, eu exagerei. Mas começaram a discutir pautas que envolvem barba. Mas sabe o que mais vi? Muitos homens (gays) dizendo que preferem barba. Algumas mulheres também. Tudo bem que trata-se de um povo com culturas diferentes, mas é algo a se registrar.

Tem-se percebido de que as pessoas tem ~~~exigido~~~ (sim, exigido. pois sinto que há uma ditadura da barba aí. E é algo que vem bem forte) que os homens venham com barba. Praticamente virou um caso sério a ser estudado. Tem tumblr sobre isso. (eu até participei de um dia sobre homens barbados. olha o meu projeto de barba?)

E o que virou brincadeira, ou até mesmo forma de opção, virou pura e simples obrigação de ter barba. TODO MUNDO QUER UM BARBUDO. Talvez reflexo da flexibilização da masculinidade, no qual os homens podem se tornar metrossexuais, e o advento de fatores mais ousados ao estilo masculino contribuísse muito pra isso. E o pipocamento dos meninos-com-cara-de-menina-e-magrelos, contrapondo a virilidade masculina, e com isto, a barba seria um símbolo da retomada de uma virilidade que, ledo engano, foi perdida. Mas não importa. O problema é sério. E afeta as pessoas com barba terrível. Ou que não tem barba. Eu tô incluso no primeiro grupo.

Se você fizer uma enquete que tipo de homem você curte, certamente algumas pessoas responderão:

- curto nerd e barbudo
- curto mauricinho e barbudo
- curto cozinheiro e barbudo
- curto cara nscido em boa família e barbudo
- curto urso e barbudo
- curto eunuco e barbudo

ENTENDERAM O PROBLEMA?

Um pessoal que sempre rechaçou a segregação e preconceito, agora impõe que barbudos são mais interessantes. Uma coisa é usar barba porquê você gosta, ou porquê adora sentir, sei lá. Outra é uma horda de gente que diz que barbudos são melhores.

Este post é cheio das mágoas, e vos explico o pq.

[X]

Eu, com o intuito de agregar mais pessoinhas ao meu coração, decidi cultivar a minha barba. Tava crescendo, tava num volume bom. Enfim, tava daora. Eu comecei a sustentar minha barba todo orgulhoso, como se eu fosse um guri de 17 anos que decidiu desenvolver os hormônios agora e, pra achar que é maduro, decide criar barba. Dito e feito.

Alguns dias depois, o maldito projeto de barba começou a me dar problema. O pelo do bigode me incomodava. O da barba coçava. Enfim, me deu umas agonias que só Jesus na causa. E a quantidade de gente que peguei? ZERO.

Mas eu, otimista retardado (pq otimista razoável faria um trato no cabelo e barba, pensando no melhor), decidi manter a bendita barba. E começaram os elogios. Só que ao contrário.

- Igor, virou mendigo?

- Igor, brigou com o barbeiro?

- Igor, vai fazer quando a barba?

AÍ QUER DIZER. Pro Gabriel Braga Nunes não dizem isso, e pra mim, vem essa macacada. Eu desencanei? NÃO. Vou ver se mantenho a barba pra ver se cativo alguém. ZERO. (e ainda levei fora)

E veio a viagem a Praia do Forte, e recebi um ultimato. Decidi raspar tudo. Cabelo e barba. Chega. Tava coçando, tava calor, tava quente. (oi, molier filé)

Acontece que eu tava ocupado nesse dia, e só fui cortar cabelo às 9:30 da noite. Ou seja, todos os salões da cidade estavam FECHADOS.

Como única opção, tive de pagar 63 REAIS pra cortar o cabelo, e fazer a barba. Não a faço em casa pois os malditos gilletes não sabem cortar o tipo de barba que tenho.

Quando fizeram, começou a pipocar alguns problemas. Mas digo a vocês que saí com o rosto fatiado (MENTIRINHAAAAAAA) e cheio de cravos, como produto da imposição de vocês.

Resultado: vou fazer a barba agora, assim que puder. E aliás, vou até fazer. Ela tá charmosinha, mas peguei trauma de cultivar barba.

Na verdade, a grande questão é que vocês gostam de gente bonita de barba. E não da barba em si.

E ainda tô chatiada com essa macacada. Sinceramente.

[X]

- Quem gostou do assunto, postei sobre neste link no meu facebook. Vai lá e dá um pitaco. ;*

- Este post é cheio das mágoa e dos recalque. Mas relaxa. Tô mandando as contas pro responsável disso. (a/c Universo)

- Aliás, ninguém paga as mias conta, né?

 

Igor.

Nessas férias, eu simplesmente não sei o que faço. Já dizia alguém sábio de que a cabeça vazia é oficina do Diabo. Não consigo ter grandes ocupações, a não ser jogar/dormir/trabalhar/comer/sair. E só. E não consigo evoluir como pessoa (ainda que ache que um jogo como Gears of War me faça evoluir como pessoa, mas…)

A grande verdade é que não sei o que faço. E se sei, não tenho cabeça pra isso. Talvez muito se deve ao fato de não ter planejado devidamente para o que quero (e pretendo!) fazer.

Tenho um concurso pra estudar. Mas sem cabeça pra isso.
Tenho OAB. Mas sem cabeça pra isso.
Quero criar um post pro meu outro blog. Mas sem cabeça.
E quero ficar com um corpo maneiro. Mas sem cabeça.
E pós. E isso. E aquilo!

Minha cabeça tá simplesmente dizendo: ACORDE PRA VIDA, TU TEM DE SUBIR MUITO AINDA NA VIDA.

Mas minha cabeça anda numas de ficar em brancas nuvens que me parece a Lindsay. Fica toda zuada na buatchy, se encrenca, mas toma um banho de piscina e se pergunta: e agora? O que faço da minha vida?

(fiz 24 anos no dia 10 de Janeiro. Parabéns pra mim.)

 

Receita mágica.

Como ser famoso na Internet:

1) seja bonito;

2) seja talentoso;

3) cante um hit de 2011 nas vésperas de 2012.

AE. Aí tu tem um contrato com alguma major ae, champs. Ou vai ser hit e vai ser caçado por homens e mulheres. Well done, dude.

(sim, tô cheio dos recalque. Tá achando ruim, pague minhas conta.)

 

555¹ da depressão.

Tem coisa pior que esperar por uma ligação, e ela nunca vir? Aquela sms confortadora (ou reconfortante) e ela nunca vem por algum motivo escuso ou desconhecido? Aquela ligação importante que você queria receber. Ou aquela ligação constrangedora denotando a tua falta. O celular acabou se tornando uma praga dos tempos modernos. Uma. Praga.

O advento do celular ajudou a aproximar pessoas, ao passo que ajuda a afastar. É aquela parábola do progresso caranguejo, como citou o Lucas, de acordo com um filósofo que não me lembro. E não basta aproximar/afastar. Ainda tem o fardo de amplificar ansiedades, expectativas como um todo. Todos aqueles males que a humanidade sofre desde os primórdios.

Claro que ele serve pra muita coisa. Pra jogar. Pra se comunicar. Pra twittar. Pra atualizar status de facebook. Pra dar checkin no foursquare. Até pra jogar Angry Birds. Mas a tormenta mestre começa na arte de você conhecer alguém, AQUELE alguém, e ficar cheio de expectativa. Você imagina: vou casar. Ter filhos. Vamos viver juntos e fazer um sexo maravilhoso depois de 7 filmes e meus pais vão adorar. Mas aí ele não manda mensagem. Ou nem liga. E você entra naquele tormento de achar que fez cagada quando, na verdade, nem foi isso.

Mas pior mesmo é ser dispensado numa foda por causa de carro.

- alô?

- hey, véi, blz? Vi seu número e decidi te ligar.

- hm… Como tu é?

- (descreve as características). Vem pra faculdade?

- talvez.

- tem carro?

- tenho. mas não tá comigo.

- ah, agora tenho que desligar pois minha namorada chegou.

- ah, é? e…

- ah, depois eu ligo.

 

Não sei se chegou mesmo. Mas foi um dos perdidos mais idiotas que já levei na vida.

Tô pensando em passar meu número pra algum dos meus desafetos. O que acham?

 

¹NOTA: 555 é o número de resgate no Japão. É o SAMU (192) de lá. Já foi inspirado em tokusatsus, a exemplo do GoGoV (que virou Power Rangers: Lightspeed Rescue) e Kamen Rider 555, cuja op ilustra o tema abordado aqui. O motivo se deve a fazer alusão do telefone salvar de tédio ou da solteirice infinita. Ou coisa parecida.

 

#IguinSPTour2011: o post definitivo!

Olá, gueis (e lésbicas, e héteros, e transex),

Depois de 10 dias fora de Aracaju, retornei. Com muitas coisas boas e lembranças, e fotos, e sensações muito boas. Acho que é hora de registrar aqui tudo o que achei de São Paulo. Primeiro que é uma cidade ENORME, com muitas opções a fazer. Mas muitas MESMO. Segundo que dá pra se virar sem precisar tano de táxi durante o dia. E terceiro que ó: se for pra ir a São Paulo e conhecer, que fique por mais dias. Pq vale a pena. Mas antes, alguns avisos:

Disclaimer 1) este texto vai ter cópia no A Gente Viaja. O Rodrigo Rocha (que é um amor) me propôs a escrever minhas aventuras em São Paulo. Aceitei, e o texto digitado a seguir irá para lá. No entanto, com algumas alterações. O texto já tá disponível no A Gente Viaja. :D Obrigado ao Rodrigo, de novo, por ter me procurado e ter postado esta aventura que vocês tão lendo. <3

Disclaimer 2) demorei um tempo em como elaborar este post. Se como diário, se como enumeração de itens e comentar as coisas. Vou tentar contar como um mini diário, mas vão haver algumas partes que vou pontuá-las. Então lá vamos nós!

Disclaimer 3) as pessoas citadas fiz questão de citar pq… Achei que mereciam ser citadas? Elas ajudaram a abrilhantar mais a minha viagem, e elas merecem. A todas elas que me conheceram, deram um oi ou me serviram de companhia, o meu muito obrigado. Espero ter contribuído com amor. <3

#IguinSPTour2011: o post definitivo! \o/

Não vou mentir pra vocês. Este era o momento mais esperado por mim deste ano. Desde Junho tava planejando essa viagem. Comprei os ingressos pra ver os Strokes no Planeta Terra, além do EGS (que fora cancelada pq seria MUITO humilhada pelo BGS. Até agora não recebi meu dinheiro, Alô Ingresso. KD?). Mesmo com o EGS cancelada, decidi deixar esses 10 dias em São Paulo por três motivos: 1) tava emocionalmente esgotado, e queria fugir da cidade; 2) o estresse do trabalho tava me consumindo; 3) queria ficar longe de casa que não sou besta. RSSSSSS. Ademais, tive a sorte de ter passagem e hospedagem pagas pelos meus pais (obrigado, pai e mãe, pelo custeio. vocês são uns amores. <3). Vamos a estas dicas principais antes de tudo:

1) BUSQUEM CONHECIMENTO. Ainda mais se for pra um território desconhecido. Por buscar conhecimento leia-se: conhecer gente do lugar onde você vai viajar, firmar contatos, saber quem vai pra quais lugares, acessar sites especializados, se vai fazer frio ou não… Tudo isso pra adequar a sua mala e se divertir melhor.

2) Um grande mal que cometi nessa viagem é que não consegui fazer um roteiro decente pra ver os lugares… Com isso, eu perdia um tempo útil passeando em shopping/centrão ou se perdendo em metrô. Logo, FAÇA UM ROTEIRO DO QUE QUER VER OU NÃO. Museus, teatros, locais públicos, ruas, avenidas, espetáculos. E claro, evite shoppings. Exceto o Iguatemi ou o Cidade Jardim, pra quem é a loka do consumo. RS

3) PONTUE O QUE VOCÊ VAI GASTAR. Controle na comida, no transporte, na consumação em alguma balada… Sempre anote o que você gastou pra ter uma ideia. Um dos meus grandes erros é que gastei dinheiro com coisa desnecessária. Se tiver de comprar, COMPRE. Mas se não, NÃO COMPRE. Um exemplo: comprei um cartucho pro meu DS, não tinha necessidade, e tive de trocar por traquitanas mais dispensáveis ainda.

4) JUNTE UMA BOA GRANA PRA NÃO PASSAR NECESSIDADE. Gastei fácil 5 mil em 10 dias de São Paulo. Juro. Isso com hospedagem, passagem, balada, comida, roupa, etc. Andar com o dinheiro no limite é bem perigoso. Corre o risco de faltar a grana… E aí?

5) VIGILÂNCIA CONSTANTE! Citando o bom e velho Olho Tonto Moody (Harry Potter, pros leigos), vale constar que São Paulo não é uma cidade como Aracaju. LOGO, certifique-se de estar sempre de olho nas suas coisas. Eu andava com minha bolsa grudada, com a carteira na frente, e meus dois celulares (sim, dois celulares, pq não achei um celular dual chip que eu amasse). Mas ainda assim: acho que tive MUITA sorte.

6) TRANPORTE PÚBLICO RULES (principalmente metrô). São Paulo tem uma malha metroviária interessante. Se eu fosse você, economizaria no táxi e andaria só de metrô ou ônibus. Pegue o mapa e, se sentir perdido, se informe.

Use o foursquare pra encontrar endereços e até mesmo fazer suas rotas (grato, Teo, pela dica). E quando for a um show, acerte com um taxista na volta pra eu não ter de procurar por um táxi por uma hora e ter de voltar de metrô cansadíssimo.

7) QUEM É GAY, favor utilizar este mapa, desta rede social. (NSFW; agradecimentos ao Cairo pela indicação desse fabuloso site. rs) Praticamente, tem os lugares must-see gays de São Paulo, e não a segui pq não me lembrei disso. HAHAHAHAHAHAHAHA

DITO ISSO, VAMOS LÁ!

Dia 1: Cheguei no hotel à tarde, na sexta-feira do dia 28 de Outubro. Me hospedei no Heritage Residence, que fica numa ótima região (é perto da Paulista, e na frente da Haddock Lôbo). Passaria 10 dias ali no hotel. Perto de lá, tem a Rua Augusta (PRECISO DIZER MAIS ALGUMA COISA?), andando um pouco mais tem a Rua Bela Cintra (que tem umas casas bem legais, como a Funhouse), e andando um pouco mais, a Frei Caneca. Fui atrás de meias no Shopping Center 3 com o Capeto, e dei uma passada no Starbucks, que tem lá. Uma dica? Iced Shaken e focaccia. <3 À noite, dei uma passada no SMU Smoothie Bar, e experimentei uma caipirinha de lichia à base de saquê (bem ama/beija rapazes, vai??? RSRSRS). O local é excelente, a decoração é boa, e o pessoal é bem legal. Depois, participei de duas festas: a @bsurda, na Funhouse(encontrei com o Felipe, o Bruno e um amg dele e a Milena nesse tempo), e a que a Banda UÓ tava discotecando no Gloria. (me bati pela primeira vez com o Guto. Primeira de umas 4 ou 5, HAHAHAHAHAHA Além do Lukas)

(nota: Você tem facebook, certo? E é chamado pra alguns eventos bacanas em São Paulo? Uma dica: . Já conhece e mandam convites pra você? Melhor ainda: VÁ MESMO. Mas pra isso, é como te disse: faça amigos. Eles divulgam a festa pra você, e você comparece, e se diverte. ^^)

Uma observação sobre a Funhouse. A casa é MUITO pequena, e se quiser ir numa festa de lá, chegue CEDO. Fique um pouco, e faça escala em outro lugar. E quanto ao Gloria? PQP, é LINDO. A decoração é estilosa, fashionista total. Mas esteja afiado na moda. O povo de lá ama fazer um carão. Mas só beber um drink que tá tudo certo. RS

Shopping Center 3

SMU Smoothie Bar

Funhouse

Gloria

Heritage Residence

Dia 2: Sábado, 29 de Outubro, depois de uma noite ALUCICRAZY, decidi ir com o Capeto conhecer o Tubaína Bar. GENTE: é lindo demais. É uma arquitetura rústico chique que eles possuem… E vendem tubaínas e drinks feitos com elas. :D (por sinal, a dona prometeu um drink free pra mim, mas foi tão louco esses dias que nem fui apreciar. =/) Recomendo o estrogonofe de carne de sol da casa, e uma tubaína beeeeeem gelada. Tu volta ao passado. Lindo. Deu vontade de levar umas garrafas pra casa, mas eu acabei nem levando. =/

Depois, fui pra Paulista. Verdadeiro must see da cidade. Tem MUITA coisa lá, como a Livraria Cultura, a FNAC(achei miniaturas de Mario e Sonic <3) e shows ao ar livre no MASP, com os Twin Pines (filmei uma música deles, até. infelizmente, vou ficar devendo. =/).

(ficou até legal, né?)

Parte dos fundos; sempre rola alguma apresentação no lado externo.

Tinha a mostra de cinema de São Paulo (que parecia estar muito bom), mas achei afronta o line up custar 1 REAL, e acabei nem indo. À noite, comi uma bobagem na rua, e fui pro Dynamite Pub, pro aniversário do Rafz (e conheci o Clayton e o GuyFranco, RS). Pra quem gosta de karaoke e um programa barato, é uma EXCELENTE pedida. O pessoal é super simpático, e as bebidas nem são tão caras. Até os petiscos são legais. Logo depois, fui pra uma das noites mais esbanjadoras e loucas: tava lá eu na The Society, pra uma festa da Katylene, a VEM GEMTCHY. Digo logo: É. UMA. LOUCURA. HAHAHAHAHAHAHAHA Cheguei umas 3 da manhã, e só fui sair umas seis. Nesse meio tempo, encontrei com o Teo, e eles não cobram consumação (o que é bem comum em São Paulo. Paga pelo ingresso ou pela consumação). Gastei 139 reais nessa balada. E fiz amizade com os funcionários de lá. NÃO ME PERGUNTEM O PQ. Outra coisa: a The Society é uma mansão duca. Linda demais, e super organizada. E os copos de plástico não fazem feio. E o público lá é variado. Trust me. =) (nota: quem gostar da Katylene, e a segue, vale a pena ir nas festas dela. Eu gostei demais da Vem Gemtchy, e os drinks personalizados pra festa. HAHAHAHAHAHAHAHA)

Tubaína Bar

MASP

FNAC

Dynamite Pub

The Society

Dia 3: Domingo, dia 30 de Outubro. A Flávia me chamou pra feirinha na frente do parque Trianon, que vendia tudo quanto é comida… E não é que os preços tavam muito bons? Consegui comer bem na faixa de 20 reais. (Claro que comi pouco, mas comparado ao que você gasta em São Paulo, ACREDITE. ISSO É ÍNFIMO.) E não tem apenas comidas. Vendem artesanato, coisas de casa, plantinhas… Uma graça que você deveria prestigiar. <3

Mas choveu. E não deu pra fazer muita coisa depois disso. =~~~ Em seguida, fui de novo aoThe Society, num frio tenebroso, encorajado pelo Teo e pelo Carlos. Eles foram embora cedo, e fiquei até a boate fechar. KKKKKKK. E some o fato de ter conhecido uma porrada de @ no Tuinter, também. (e conheci o Bruno. UM DOS HOMENS MAIS BONITOS QUE JÁ VI NA VIDA, se vocês querem saber. E uma graça de menino. E nem falo da história de um açougueiro lá. =~)

Dia 4: Segunda, dia 31 de Outubro. O Rafz e o Clayton marcaram comigo pra eu almoçar no Ponto Chic, pra comemorar o aniversário do Rafz. Ó, o tradicional bauru de lá é DOS DEUSES. Nunca comi algo tão gostoso na vida. É bom demais. <3<3<3<3

Já o Clayton ficou meio decepcionado; ele gostou, até. Mas o entendo. Ele é chef e é exigente. Tá certo. =) Depois disso, fiz companhia a ele (ia devolver um terno que pegou emprestado) e dei uma volta no Centrão. Mercado Financeiro, Rua 25 de Março, Edifício Banespa, Praça da Sé… (nota: Sempre bom passear no lado antigo da cidade. Fui de carro, mas uma sugestão? Faça boa parte dos trechos de metrô. É curioso perceber a mania que os paulistas têm, por exemplo, de sair correndo pra pegar os vagões. HAHA)

À noite, deu uma fome totalmente braba, e fui lá comer beirute na Panificadora do Frei. Recomendo de joelhos. E conheci dois senhores muito legais. É bárbaro lá. :D

Ponto Chic

Panificadora do Frei

Dia 5: Terça, 01 de Novembro. Hoje é dia de metrô, bebê! Tirei o dia pra aprender. Acabou gerando algumas cenas mitológicas, como o fato de dizer AMÉM a uma pirada do metrô, e descer na Berrini pq… QUIS DESCER NA BERRINI. Ou que confundiu MORUMBI com IGUATEMI. KKKKKKKKKKKKKKKK Decidi exercer a futilidade, e fui no Shopping Iguatemi. Digo logo, que shopping bonito. Que shopping maravilhoso. <3 Nunca vi tanta concentração de marcas de luxo no local NA VIDA (tem o Cidade Jardim, mas preferi deixar numa próxima. HAHAY). No entanto, é um shopping meio confuso, e você pode se perder facilmente.

À noite, fui no Tanta’s Bar, na região da Augusta, a convite do Xonas, e vi o Salles e meu xará. As opções na Rua Augusta (onde fica o bar) são várias. Uma das mais recentes é a Bofetada Bar, que parece ser bem legal. Depois disso, me encontrei por lá com o Dan Galego, que o conhecia a eras. <3 Depois disso, fui pra Funhouse. Mas como tava super tarde e tava uma fila enorme, fui lá conhecer a Hot Hot. Olha, é uma casa promissora. É bonita, ajudou a reviver o centrão. É super colorida, com um ar meio kitsch. Não que você se interesse, mas vi o Serginho Orgastic por lá. Try for your luck, se tu ama subcelebs. Pq olha, só no carão. Mas tenho medo, não. Hunf! Não lembro da festa que rolou, mas o Boss in Drama tava tocando, e não vi muita gente conhecida lá…Depois, fui pra A Lôca e terminei minha noite lá. É um verdadeiro pilar da noite gay paulistana. Super louco, tocava umas músicas blast to the past. É um local divertidíssimo e desencanado. Se parece com uma caverna no interior.

Shopping Iguatemi

Tanta’s Bar

Bofetada Bar

Hot Hot

A Lôca

Dia 6: Quarta, dia 02 de Novembro. A Carol ficou de me mostrar alguns pontos turísticos de SP, e eu lutando contra o sono. E lá vamos nós! Fomos de metrô, e passeamos em alguns pontos importantes de São Paulo. Passamos pela Rua 25 de Março, um paraíso pra quem gosta de comprar. Passamos por dentro do Centrão, mas o Mercadão Municipal tava fechado. Aun. Mas nosso principal foco foi: 1) Museu da Língua Portuguesa. LIN-DO. Um jogo multimídia de experiências sensoriais, um trabalho muito bom. Parabéns aos enolvidos. É apaixonante. As crianças PIRAM. E a gente queria morar lá. Né, Carol? <3 2) Pinacoteca de São Paulo, que possuem boa parte do acervo nacional. O prédio é enorme, e você perde boas horas visitando o local. O café de lá é uma delícia também. Logo após, fui na Região da República, que tava rolando o Ocupa São Paulo e o Zombiewalk. Depois disso, fiquei enfurnado em dois edredons, pq São Paulo, na semana passada, tava um frio demais. Entre 10 e 15 graus, pra ser mais exato.

Museu da Língua Portuguesa

Pinacoteca de São Paulo

Dia 7: Quinta, dia 03 de Novembro. Aí foi bem tranquilo. Dormi meio tarde, e fui almoçar com o menino Rulho, matar as saudades. Almoçar na região da República pode guardar algumas boas surpresas. E uma delas é o Boteco do Padre. Almoço muito bom a um preço bem bacana. E o ambiente é super legal. Ele indicou também o Gato que Ri, que é um pouco mais caro, mas que tem ótima comida também. E fica na região da República, Sé e adjacências, se não me engano. Depois, tirei o dia pra comprar. Comprei agasalhos e uma camisa nova. E um novo relógio, já que tinha perdido o meu na balada (longa estória). E fui no Shopping Frei Caneca pela primeira vez. É simples, mas bem bacana, com lojas interessantes. (e o guardião do banheiro masculino procede RISOS) À noite, fui pruma balada rock no Vegas Club, me encontrar com a Polly. Local bem divertido, e lá dá tudo quanto é tipo de festa. Fica na Augusta, e dá uma passada sempre que puder. Depois, Hot Hot, e me bati com o Raphael com o tênis Jeremy Scott dele. hehe. =p Depois, passei na Bella Paulista. Me atrapalhei na hora de entrar no local, ENFIM. Sabe o que acho? Todas as delicatessens deveriam funcionar 24 horas por dia. (tem gente que quer comer alguma coisa, mas não pode pq tá fechado. =~) o sanduíche (não lembro o nome, mas possui diversas opções) de lá não é ruim, mas já comi melhores. E o serviço é caro pelo que oferece.

Boteco do Padre

Shopping Frei Caneca

Vegas

Bella Paulista

Dia 8: Sexta, 04 de Novembro. Acordei extremamente tarde. Logo, nem tinha muito o que fazer, e fui dar uma volta por aí. Almocei uma bobagem no Frei Caneca, e fui me encontrar com Bifs por alguns instantes noStarbucks. Depois, o Pedro me chamou pra uma festa na USP. Outra dica maneira. Se tu tem menos de 30 anos, e ainda tá na vida acadêmica, PARTICIPE DE ALGUMA FESTA DA USP. HAHAHAHAHAHAHA Sério! (agradecimentos ao Rafa e ao Felipe pela dica, rs) De início, tu acha ruim a festa, mas depois de um tempo, acha uma maravilha. Foi tão boa, que em certo ponto, desencanei de ir embora, e decidi ficar. Além de que, eu tive uma surpresa inesperada e eu não vou contar. Mas só lembrando: festa da USP no campus de Arquitetura e Urbanismo (FAU), hein?

Starbucks

USP – FAU

Dia 9: Sábado, 05 de Novembro. PLANETA TERRA. YEEEEEEESSSSSSS Cheguei cedo no festival, umas 4:30 da Tarde já tava lá (antes, almocei com o Tchê numa casa japonesa na Augusta, não lembro agora). E nem precisei pegar um táxi pra chegar ao evento: metrô + transporte cedido pelo festival = WINNING. \o/ E o festival foi muito bom: Criolo e The Name me surpreenderam, Garotas Suecas com o Jacaré MITANDO demais, brinquedos, shows corretos do Interpol e White Lies, show muito agradável com Toro y Moi, me descabelei com Goldfrapp e a atração principal da noite: The Strokes. FOI DO CARALHO. Cantou minhas músicas. Posso dizer sem delongas que foi um dos melhores shows da minha vida. Sabe o que é passar 10 anos ouvindo músicas dos caras? Só de lembrar bate uma saudade grande… E ó, o Planeta Terra deveria ser referência pra organização de shows. Pq nunca vi algo tão bem organizado. <3 E tinha a Squat Party, mas graças aos taxistas infames, não consegui assistir o show da Gretchen que tava rolando no Estúdio Emme. =( E NEM DIGAM QUE FOI O MÁXIMO PRA EU NÃO PEGAR RAIVA DE VOCÊ. =) [nota: se tiver uma squatparty rolando na cidade, vá. Diversão na certa.] Então, ó. Fica a dica pra você. Quer voltar no conforto de sua casa? Marque com um taxista que você tenha conhecido pra te pegar e levar no conforto do lugar onde esteja hospedado. Abrevia muita coisa. Inclusive xingamentos. ;)

Planeta Terra 2011 (Playcenter)

Estúdio Emme

Dia 10: Domingo, 06 de Novembro. Depois de um dia daqueles de não esquecer, hora da coisa mais sossegada. Fui me encontrar com menino Gardini e a Ju pra gente ficar falando besteira. Tudo isso, na Liberdade. E Domingo lá, pqp. QUE MÁGICO. Tem muita coisa legal na Praça da Liberdade. Mas meu negócio era a gordice. Comi Yakimeshi com kare (uma espécie de bobó feito no curry, mais ou menos) e TAKOYAKI. Sério, são duas comidas japonesas quentes muito gostosas. Pra quem quer conhecer a cultura oriental de forma mais aprofundada, recomendo uma visita lá. Também recomendo que você chegue de barriga vazia e cedo. (a feirinha fica aberta até as sete. cheguei às quatro.) Depois de passear um pouco pela Liberdade (um bairro encantador, mas beeeeem sujo =~), fui pegar o Rafz e o Leo, e fomos pra Dona Teresa, que fica na frente do meu apartamento. O lugar é super aconchegante, e as batatas rústicas de lá são uma delìcia. (e nesse dia me toquei que o Guy Franco é o Guy Franco. HAHAHAHAHAHAHAHA longa estória)

Praça da Liberdade

Dona Teresa

Dia 11: Segunda, 07 de Novembro. Arrumei minha mala nas pressas por causa do check out no limite, que era pra ser feito a 1 da tarde. Um detalhe: o avião era para às cinco pras seis, e eu pensando que o vô era a uma da tarde. Como tinha um tempo de sobra, aproveitei pra fazer certas coisas que AINDA não tinha feito. Fui pro Mercado Municipal, por exemplo. Nunca vi algo tão arrumado e arejado em toda a minha vida. A locomoção foi muito fácil, os vendedores são simpáticos, e ainda tive sorte de comprar umas bugigangas pro pessoal de casa. <3 E, claro. Não saí de lá sem comer sanduíche de mortadela e o tradicional pastel que, por sinl, comi no tradicionalíssimo Hocca Bar. E ó, não é mortadela qualquer. É Cerati, tsá? HIHI. Depois disso tudo, fui pegar meu vôo de volta a Aracaju.

Mercado Municipal de São Paulo

Hocca Bar

Sério. O que dizer desses dias? Os melhores do ano. Uma viagem que sempre esperei. Uma viagem que, apesar dos pesares (paulistas, favor melhorar na simpatia!), fiz amigos incríveis que quero levar pra vida. E resumo esse post enorme com uma frase que, por sinal, postei no Twitter:

“Ida: uma mala e uma bolsa. Volta: uma mala, uma bolsa, uma ecobag, uma aventura, uma paixão de primavera e novos amigos feitos. :,)”

Isso resume tudo.

[ah, as fotos você encontra no meu facebook ou no meu Flickr.]

 

Isto é apenas um post aleatório.

Depois de ter uma das melhores experiências na vida, nada como voltar à vida normal. Eu tava com saudades dos amigos, da família… Mas não sei se eu tava com saudades da vida daqui. Da universidade daqui. Da rotina daqui. Parece normal que é mais deslumbre da minha parte com a cidade, o que é perfeitamente normal. Mas comecei a ver que preciso mudar um pouco os ares, talvez pra dar valor a coisas que, atualmente, não dou. E um monte de reações vieram com o meu retorno às atividades: comecei a sofrer com azia, a reação alérgica na pele, as agonias no coração. Talvez seja meu corpo dizendo: CHEGA. NÃO QUERO MAIS ISSO. Mas, infelizmente, vai ter de aguentar um pouco. Mais um pouco. Até acabar.

[retornei de São Paulo. Detalhes no próximo post.]

 
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Publicado por em 10 de novembro de 2011 em Uncategorized

 

Enfrentando problemas de atenção e carinho. Novo notebook. TEDxPelourinho (+ 2 ITENS BÔNUS)

1) Enfrentando problemas de atenção e carinho => Se há uma coisa que eu não me suporto é o fato de eu querer atenção e carinho das pessoas que me rodeiam. Não só das pessoas que me rodeiam, mas de todo mundo. É uma coisa que meu inconsciente faz, mas que muitas vezes eu não percebo. A busca pela aprovação alheia, pelo amor instantâneo de todo mundo, a admiração… E a minha tristeza ao perceber que sou ignorado, ou coisa parecida. Eu não sei explicar essa parte da minha personalidade. Mas um dia eu ainda descubro o que seja. Talvez carência, ou coisa pior. riri

2) Novo notebook => Daí que, finalmente, comprei um notebook. Vai fazer uma semana, e já é meu xodó. E não bastam apenas o note. Comprei um roteador wifi (que serviu bastante) e uma mochila pra carregar o meu note (que é linda). É um Dell, com configurações estupendas… E preto. Sim, o troço é preto, e eu tenho uma certa cisma em artefatos tecnológicos pretos. Não me perguntem o pq. Mas foi paixão à primeira vista. Fiquei in love pelo bichinho, e essa é a verdade. <3 (o mais difícil é transferir TODOS os arquivos do antigo computador pro meu note, mas isso é oooutra estória) Mas tô feliz. Até pq gadgets servem pra preencher uma coisa que não tenho: um relacionamento. XD

3) TEDxPelourinho => essa é nova. Surgiu logo depois da minha mãe ter impedido da gente (eu e minha irmã) sair. Entrei no twitter e vi o Lucas comentar sobre o TED que rolaria aqui perto, o TEDxPelourinho. (disclaimer: TED é um ciclo de palestras que abordam os mais diversos assuntos em várias cidades do mundo; várias edições já aconteceram no Brasil. TED é, basicamente, Technology, Entertainmen, Design. E o x no nome de cada cidade é um evento independente, desvinculado ao TED original, acho. Mais detalhes, aqui.) E dessa empolgação, veio a seguinte pergunta: onde vou me hospedar? Com qual grana eu vou comer? E a grana pra sair? E a passagem de ônibus? Tem essas indagações que a gente tem de fazer. E pior que tá MUITO em cima; vai ser em Setembro. Cata o desespero. D: Mas vamos lá… Quem souber de algum trabalho extra a fazer, me avisem.

Bônus 1) Twitcam => fiz duas twitcams essa semana. Queria que vocês comparecessem pra abordar algum assunto. Bom, eis os dois videos.

http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=66v85

http://static.livestream.com/grid/LSPlayer.swf?hash=6890k

 

BÔNUS 2) Decepção do dia => minha mãe se revelando mais preconceituosa que muita gente por aí. Pior que não tem desculpa de não entender. Eu entendo um monte de coisa, pq ela não pode ceder a isso? Eu não vou perder meu tempo com isso. Continuo amando. Mas tá cada vez mais complicado de achar motivos para tal. É isso.

Sim, declarei amor aos meus pais, mas eles pisam na bola comigo de tal forma que eu repenso todo dia se vale a pena confiar neles. Boa Noite.

 

#barbaday

O @heterofobia e o @userporra, ontem, decidiram promover um movimento, ainda que tímido, do #barbaday. E no que consiste? So simple. Trata-se da valorização de um estilo facil que provoca arrepios nos mais diversos tipos de gente: a barba.

A campanha tá rolando (tem até Tumblr), e eu contribuí com essa foto (o inserir imagens do WordPress tá péssimo, mas enfim. clica aí e veja como fiquei).

E se tiver interessado, só contactar as @s supramencionadas e manda uma foto sua.

Boa semana. :)

 

 
 
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